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Curiosidades sobre a culinária italiana

Existem muitas curiosidades sobre a culinária italiana. A Itália é um mundo culinário à parte, que pulsa com orgulho suas raízes, bem como suas tradições, as quais podem ser percebidas ao longo de todo o território italiano. Ou seja, a grande questão não é como conhecer a culinária italiana, mas sim, o quanto você conseguirá conhecer ao fazer uma viagem gastronômica pela Itália, que vai muito além da sua autêntica pizza.

Sem dúvida, existe muito a ser abordado e isso faria nosso texto extremamente cansativo. Por isso, neste artigo falaremos de uma forma resumida sobre alguns pontos interessantes da tradicional culinária do país da bota.

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Boa comida

Fora as belezas naturais, pontos turísticos históricos, arte e cultura, sem dúvida a gastronomia é um dos atrativos que mais levam pessoas de fora da Itália para este país europeu. Considerada por muitos como a capital mundial da culinária, a Itália é, de fato, uma arca do tesouro para aqueles que amam uma boa comida.

Se a sua visita ocorrer durante o verão ou primavera, por exemplo, você encontrará os melhores vegetais e frutas. Não deixe de experimentar as doces cerejas de Vignola, cidade que fica na região de Emilia-Romagna. Por outro lado, no outono, acontece um verdadeiro festival de cogumelos. Os mais procurados e apreciados são os da espécie porcini (fungo porcino, na Itália), que invadem os mercados locais e são encontrados em vários pratos culinários.

Nas regiões montanhosas do país, é comum encontrar uma maior variedade de queijos e outros pratos que aquecem o corpo, como por exemplo polentas e carnes cozidas no vinho tinto. As cidades mais famosas, as quais estão sempre no roteiro daqueles que partem em uma viagem gastronômica pela Itália são: Florença, Veneza, Nápoles, Roma, MilãoBolonhaGênova, Parma, Palermo e Cagliari.

 

Uma breve história sobre a autêntica pizza italiana

a verdadeira pizza napolitana
O tomate só foi introduzido na cozinha italiana, bem como nas pizzas, a partir do final do século 18

Sem dúvida, quando pensamos em pizzas e massas, o país logo nos vem à cabeça. Somente na Itália existem mais de 30 mil pizzarias, que juntas ostentam uma produção anual equivalente a 45 pizzas para cada italiano.

A pizza, em sua forma mais básica, possui uma longa história pela região do Mediterrâneo. Diversas culturas antigas, incluindo os gregos e os fenícios, já comiam uma espécie de massa plana, feita de farinha e água. A massa era assada em pedra quente e temperada com ervas. Não era bem o que nós chamamos de pizza hoje, já que se assemelhava mais com uma focaccia. Estas “pizzas primitivas” eram apreciadas desde Roma até o Egito, passando até mesmo pela Babilônia.

Durante a Idade Média, estas pizzas começaram a ganhar um toque mais moderno, em termos de aparência e sabor. Os camponeses começaram a usar os ingredientes que tinham em mãos, e cobriam a massa com azeite de oliva e ervas. Com a introdução do leite de búfalo na Itália, a pizza ganhou uma nova dimensão, já que começava a intensa produção do queijo mozzarella na região. Hoje, o uso da mozzarella de búfala na pizza italiana é absolutamente insubstituível.

O interessante nesta história é que o tomate só foi introduzido na cozinha italiana, bem como nas pizzas, a partir do final do século 18. Antes disso, pensava-se que o fruto era venenoso, e o mesmo era cultivado apenas de modo decorativo. A partir do momento que a população do país implementou o uso do tomate como alimento, sem dúvida a cozinha italiana nunca mais foi a mesma.

O começo das Pizzerias

Ao passo que a popularidade das pizzas aumentava, comerciantes que vendiam pizzas nas ruas, principalmente em Nápoles, começaram a abrir estabelecimentos. Nestes locais, as pessoas podiam até mesmo pedir pizzas customizadas, bem como com coberturas variadas. Em 1830, a Antica Pizzeria Port’Alba, em Nápoles, se tornou a primeira “verdadeira pizzaria”. Atualmente, o estabelecimento, que se orgulha de ter sido a primeira pizzaria do mundo, ainda produz pizzas, as quais são consideradas verdadeiras obras de arte.

Curiosidade: a popular pizza Margherita ganhou este nome em homenagem à rainha Margherita da Itália, que em 1889, visitou a Pizzeria Brandi, também em Nápoles.

Pizza Verace Napoletana

Desde 2010, o estilo de pizza napolitana, ou Pizza Verace Napoletana, como é chamada, é uma especialidade tradicional garantida. Seus ingredientes são controlados e regulados por lei, assim como seu formato, a forma de preparo da massa e corte.

A autêntica pizza italiana, a pizza Margherita, pode ter definido o padrão a ser seguido. Porém, existem diversas outras variedades de pizza atualmente na Itália. As principais são:

  • Pizza Marinara: coberta com orégano, anchovas e bastante alho.
  • Pizza Capricciosa: cogumelos, presunto, alcachofras, azeitonas e ovos.
  • Pizza Pugliese: alcaparras e azeitonas.
  • Pizza Veronese: cogumelos e presunto.

Na Sicília, as coberturas das pizzas também são variadas. Em geral, utiliza-se azeitonas verdes, frutos do mar, ovos cozidos e ervilhas.

Não são muitas as nações que podem dizer que seu “prato nacional” seja um fenômeno mundial. Contudo, na Itália, a pizza se diferencia em duas categorias: pizza italiana e o restante do mundo. Isto pode parecer bobagem, considerando que a pizza é um alimento com ingredientes tão básicos. Entretanto, uma vez que você experimenta a autêntica pizza italiana, nunca mais sentirá o mesmo sabor em nenhum outro lugar.

Curiosidade: desde 1985, o Dia da Pizza é comemorado no dia 10 de julho no Brasil. Obviamente, costumamos comemorar esta data comendo, claro, muita pizza!

Massas tradicionais de cada região da Itália

Obviamente, a culinária italiana não se resume apenas às deliciosas pizzas. A identidade culinária da Itália pode ser um tanto difícil de ser definida. O macarrão, sem dúvida, é parte integrante no que se refere à personalidade gastronômica do país. De fato, o macarrão é uma comida extremamente versátil, que costuma ir bem com praticamente tudo – vegetais, almôndegas, frutos do mar – além de combinar com os mais variados tipos de molho.

Linguine, fettuccine, penne, spaghetti, tortellini… as opções são infinitas. De acordo com especialistas no assunto, hoje existem mais de 600 tipos diferentes de macarrão. Entretanto, as discussões sobre qual tipo de macarrão é o melhor costumam ser bastante acaloradas. Esteja na Europa ou na Ásia, você encontrará amantes de macarrão em todos os lugares.

Cada região do país tem sua própria tradição no que se refere a macarrões e massas em geral, como você pode ver no mapa abaixo, criado pelo site tasteatlas.com:

mapa de massas tradicionais por região da Itália

Um fato bastante curioso é que, como podemos ver no mapa acima, existe uma certa peculiaridade com relação ao Fettuccine Alfredo – um talharim cortado fino (chamado de fettuccine em Roma), envolvido com uma quantidade generosa de manteiga e parmesão ralado fresco. Sem dúvida, é um prato muito famoso e um dos mais pedidos nos restaurantes internacionais. Porém, surpreendentemente, o Fettuccine Alfredo não é nem um pouco popular entre os próprios italianos.

Conta a história que, em 1908, um italiano chamado Alfredo Di Lelio criou este delicioso prato para sua esposa. Alguns anos depois, Alfredo o inseriu no cardápio de seu restaurante em Roma, que era frequentado por muitos políticos e personalidades. Além disso, na década de 1950, Roma era palco das maiores produções cinematográficas hollywoodianas. A cidade fervilhava com artistas internacionais e paparazzis por todos os lados. Diversas celebridades, como por exemplo Audrey Hepburn e até mesmo Jimi Hendrix, foram até o restaurante do Alfredo para provar o fantástico fettuccine.

O prato hoje faz parte do patrimônio gastronômico tradicional da Itália. É difícil dizer o motivo pelo qual o Fettuccine Alfredo não tenha se tornado popular entre os italianos. Provavelmente seja porque o mesmo era servido em grande parte para a alta sociedade, além de ter se tornado extremamente turístico. Muitas pessoas planejar uma viagem para a Itália, principalmente para Roma, somente pelo prazer de degustar o Fettuccine Alfredo.

Colocando a mão na massa

aprendendo a fazer massa caseira
Ao viajar para a Itália, agende uma aula culinária e coloque, literalmente, a mão na massa

O povo italiano se acostumou a fazer macarrão com suas avós (ou nonnas, em italiano). Em um passado não tão distante, fazer a massa à mão era um verdadeiro ritual diário.

Contudo, grande parte das pessoas não possui mais tempo suficiente para fazer massa fresca todos os dias. Deste modo, muitos acabam comprando massas prontas, deixando para fazer da forma artesanal eventualmente, em eventos de família e feriados.

Mas, para a nossa sorte, é possível fazer uma viagem para a Itália e aprender tudo sobre a arte de fazer uma boa massa caseira “diretamente na fonte”. Além disso, há outras opções, como por exemplo workshops voltados para a confeitaria. Repleta de ingredientes como pistaches, amêndoas e chocolates, por exemplo, a confeitaria italiana também é conhecida pela simplicidade de seu preparo. Sem dúvida, as aulas se tornam uma experiência prazerosa, bem como divertida – além de deliciosa!

Quer fazer uma viagem gastronômica para a Itália? Anote aí:

– Não deixe de experimentar a pizza de Nápoles.

– Deguste uma macarronada na região de Emilia-Romagna.

– Siga a trilha em direção à Toscana e delicie-se com comidas e vinhos incríveis da região.

– Visite o sul do país e faça uma imersão no lado rústico da gastronomia italiana.

– Experimente os clássicos italianos em Roma.

– Na Sicília, mergulhe em uma mistura de sabores do Mediterrâneo.

– Para se refrescar, peça um delicioso e cremoso gelato.

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6 Hotéis exóticos para você fugir do convencional

Cada vez mais vemos hotéis exóticos pelo mundo, que buscam se diferenciar dos demais, proporcionando experiências fora do comum para pessoas que amam viajar e conhecer lugares novos. De cavernas milenares a barris de vinho, o que vale é a sensação de exclusividade e singularidade que alguns hotéis costumam oferecer. Neste artigo, montamos uma lista com 6 hotéis exóticos para você se inspirar e fugir do convencional. Coloque alguns deles em sua lista de desejos e, quem sabe, você descubra um lugar totalmente inesperado em sua próxima viagem.

 

Hotel Wine Barrel – Maienfeld, Suíça

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A bela região à leste do rio Reno, conhecida como Grisons, na Suíça, se tornou famosa mundialmente por conta de seus excelentes vinhos, bem como por suas paisagens estonteantes. Sem dúvida, é uma área repleta de hotéis luxuosos e tradicionais. Contudo, um hotel se destaca por oferecer uma experiência totalmente diferente. Trata-se do exclusivo Schlaf-Fass (ou Wine Barrel).

Neste hotel, as acomodações são nada menos do que barris de vinho de 8 mil litros, que ficam no meio de uma vinícola. Os barris foram convertidos em chalés, os quais podem acomodar até 4 pessoas. As acomodações são extremamente aconchegantes, aquecidas na medida certa para que você passe uma noite inesquecível.

As reservas dão acesso a 2 barris – um para dormir e outro para refeições. Você irá aproveitar sua estadia degustando os premiados vinhos produzidos no local. Inclusive, não deixe de fazer um tour pela redondeza, especialmente em Maienfeld. Esta cidade é o lugar perfeito para amantes de um bom vinho, que não dispensam conforto e qualidade durante uma viagem.

Site oficial

 

Skylodge Adventure Suites – Cusco, Peru

experiência única

Imagine passar uma noite em uma luxuosa cápsula transparente, suspensa na encosta de uma colina localizada no Vale Sagrado dos Incas, em Cusco, Peru. Conecte-se com a natureza e relaxe enquanto aprecia a paisagem mágica deste local. Sem dúvida você irá se deslumbrar com o poderoso céu estrelado acima iluminando a noite.

Cada módulo conta com 4 camas, mesa de jantar, bem como um banheiro privativo. Além disso, os módulos são totalmente ecológicos, e a iluminação de cada um deles é abastecida através de painéis de energia solar. Os serviços oferecidos incluem transporte ida e volta desde seu hotel, guia, equipamento, jantar e café da manhã.

Você precisará contar com um certo preparo físico para acessar este refúgio. Mas certamente todo o esforço acaba sendo recompensado, justamente por conta da experiência única de poder relaxar em um dos locais mais enigmáticos do mundo.

Site oficial

 

Koza Cave Hotel – Capadócia, Turquia

experiência de dormir em um caverna

A Capadócia, na Turquia, é um local conhecido mundialmente, principalmente por conta de suas incríveis formações rochosas. Além disso, esta região possui uma enorme rede de cavernas, com cidades inteiras esculpidas por baixo do solo e também nas superfícies de rochas.

A ampla rede de hotéis em cavernas da Capadócia oferece opções para todos os gostos. Sem dúvida, a experiência de se hospedar em uma caverna com total conforto é um investimento que realmente será recompensado.

Entre os hotéis exóticos que vemos pelo mundo, principalmente nesta região, o Koza Cave Hotel é uma excelente opção, já que fica em uma região mais alta, em Goreme. O hotel oferece acomodações decoradas com o estilo tradicional e rústico da Turquia, mas com um apelo mais luxuoso. Além disso, no terraço do hotel, você terá belas vistas das montanhas da região, bem como do colorido espetáculo de balões que enfeita os céus da Capadócia.

Site oficial

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Treehotel – Harads, Suécia

lista de hotéis exóticos

Na Suécia, mais precisamente na região de Harads, você encontrará o incrível TreeHotel. As acomodações, projetadas por arquitetos escandinavos, são como casas na árvore, mas com design moderno e sustentável. Além disso, as acomodações ficam suspensas de 3,6 a 5,4 metros do chão, o que deixa a experiência ainda mais incomum.

A suíte “The UFO”, por exemplo, foi projetada com uma decoração inspirada no estilo da série “Arquivo X”. Já a “Mirror Cube”, um cubo espelhado, reflete a floresta de pinheiros gigantescos que cerca a área onde o hotel está localizado.

Inclusive, como o TreeHotel está em uma localização privilegiada, durante o inverno os hóspedes podem se maravilhar com a Aurora Boreal, que produz um verdadeiro espetáculo de luzes no céu. Sem dúvida, você passará momentos inesquecíveis neste lugar.

Site oficial

 

Palácio de Sal – Salar de Uyuni, Bolívia

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Localizado no famoso Salar de Uyuni, Bolívia, o Palácio de Sal é uma atração turística por si só. O Palácio de Sal é o primeiro hotel de luxo do planeta construído inteiramente com sal.

Sem dúvida, este é um dos hotéis exóticos mais singulares do mundo. Inaugurado em 1998, o local conta com paredes, teto e até mesmo mobílias construídas inteiramente com este mineral. Mais de um milhão de barras de sal foram utilizadas nesta impressionante obra, extraídas das planícies de sal da região.

O Palácio de Sal oferece 30 quartos elegantemente decorados, com opções que variam entre standard e VIP. No inverno, a temperatura da região pode cair até -12º C.  Logo, todos os quartos contam com água quente e aquecimento, o que garante o máximo de conforto para os hóspedes.

Site oficial

 

Sorrisniva Igloo Hotel – Alta, Noruega

experiência de se hospedar em hotéis exóticos

Ao viajar para Alta, na Noruega, não deixe de curtir a experiência de passar uma noite em um hotel feito inteiramente de gelo. O Sorrisniva Igloo Hotel oferece todo conforto necessário para que você se mantenha confortável durante sua estadia no local. Afinal, passar uma noite em um igloo pode não ser tão frio quanto se imagina.

Além disso, você irá dormir em camas também feitas de gelo, porém, cobertas com colchonetes de pele de rena, bem como sacos de dormir. Tudo para garantir que sua noite de sono seja perfeita e relaxante. A temperatura no interior do hotel varia entre -4 e -7 ° C.

O Sorrisniva Igloo Hotel também oferece serviços como restaurante gourmet, bar, sauna e muitas outras atividades interessantes. O local é muito bem decorado, repleto de esculturas de gelo feitas à mão. Como a estrutura deste hotel precisa ser reconstruída regularmente, todos os anos você encontrará uma temática diferente por lá.

Site oficial

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Pontes famosas pelo mundo

Existem inúmeras pontes famosas pelo mundo, que nos encantam tanto pela beleza e imponência, quanto pela história por trás delas. Das mais modernas, como a Golden Gate, em São Francisco, às mais antigas, como as de Veneza e Florença, pontes sempre foram vistas como maravilhas icônicas da arquitetura. Embora suas funções sejam claras e simples, muitas delas são consideradas verdadeiros pontos turísticos. E o melhor: são atrações gratuitas!

Estas estruturas conseguem se destacar em diversos aspectos, que as distinguem dentre milhares de outras pontes em funcionamento por todo o mundo – seja por conta do tamanho, apelo visual, uso de novas técnicas e materiais, bem como por sua importância histórica e cultural.

Neste artigo, montamos uma lista com 10 pontes famosas pelo mundo, além de uma ponte bônus. Certamente você irá querer incluir ao menos uma delas no roteiro da sua próxima viagem. Confira.

1. Brooklyn Bridge: Nova York, Estados Unidos

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Inaugurada em 1883, a Brooklyn Bridge conecta Manhattan ao Brooklyn, cruzando o East River. Na época de sua inauguração, a Brooklyn Bridge foi a ponte suspensa mais longa do mundo, transformando-a em um dos pontos turísticos mais icônicos de Nova York, Estados Unidos. A Brooklyn Bridge se destaca por suas duas torres colossais de calcário, granito e cimento, além de uma intrincada rede de cabos e fios de aço. A Manhattan Bridge, que fica bem próxima à Brooklyn Bridge, foi construída alguns anos mais tarde, em 1909. Estando na Manhattan Bridge, você conseguirá ter uma visão espetacular da Brooklyn Bridge.

Ao longo do dia, milhares de turistas cruzam a ponte do Brooklyn a pé, enquanto tiram fotos dos arranha-céus e do horizonte espetacular de Manhattan. De acordo com pesquisas, cerca de 4 mil pedestres passam pela Brooklyn Bridge diariamente. A ponte conta com um amplo acesso a pedestres e ciclistas e, inclusive, se torna imprescindível quando os meios usuais para cruzar o rio ficam indisponíveis.

Um dos roteiros preferidos entre os turistas é cruzar a ponte e fechar o passeio na área do Brooklyn conhecida como DUMBO, abreviação para “Down Under Manhattan Bridge Overpass”. Trata-se de um dos pontos mais fotografados na região – uma área totalmente restaurada que tem atraído muitos visitantes, já que é repleta de ótimos bares, restaurantes e lojas. Além disso, oferece vistas privilegiadas do East River e suas pontes, bem como da cidade de Nova York, especialmente durante o pôr do sol. Neste local, é possível tirar a foto mais tradicional de Nova York, com a Manhattan Bridge como plano de fundo no final de uma rua.

2. Tower Bridge: Londres, Inglaterra

roteiro de viagem: pontes famosas pelo mundo

Inaugurada em 1894 acima do rio Tâmisa, a Tower Bridge se tornou uma das estruturas mais icônicas de Londres, Inglaterra, bem como um dos monumentos mais visitados em toda a Europa. A ponte, que possui 244 metros de comprimento, fica ao lado da também famosa London Bridge.

A Tower Bridge é ornamentada com duas belas torres, que chegam a 65 metros de altura, e são unidas na parte superior através de dois corredores paralelos. O principal fator que motivou a construção da ponte foi aliviar o congestionamento da cidade. Isso porque a London Bridge apenas já não era suficiente para a Londres do século 19, que já naquela época observava um enorme tráfego de automóveis e pedestres.

Entretanto, o projeto gerou uma grande apreensão na cidade, já que a ponte não poderia atrapalhar o fluxo constante de embarcações pelo Rio Tâmisa. Por este motivo, a Tower Bridge conta com duas passarelas móveis em sua parte inferior, que podem permanecer suspensas para que as embarcações maiores possam seguir o fluxo do rio sem nenhum obstáculo.

3. Sydney Harbour Bridge: Sydney, Austrália

roteiro de viagem: pontes famosas pelo mundo

A icônica Sydney Harbour Bridge é, sem dúvida, um dos pontos turísticos mais conhecidos e mais fotografados de Sydney, bem como de toda a Austrália. Trata-se da ponte de arcos em aço mais larga (mas não a mais longa) do mundo. A ponte levou 8 anos para ser construída por completo, sendo inaugurada em 1932. Por conta de seu formato arqueado, a Sydney Harbour Bridge foi apelidada carinhosamente pelos locais como “The Coathanger” (o cabide, em inglês).

Desde sua inauguração até os dias de hoje, a Sydney Harbour Bridge tem conseguido atrair a atenção de milhões de turistas que visitam a cidade. Juntamente com a também icônica Opera House, este monumento se tornou um dos símbolos arquitetônicos mais reconhecíveis de toda a Oceania. Os principais eventos da cidade acontecem na área onde a Harbour Bridge está localizada.

Inclusive, durante as celebrações de Ano Novo, a tradicional queima de fogos na Baía de Sydney costuma reunir milhares de pessoas, com a Harbour Bridge sendo o grande destaque da noite. Isto porque grande parte dos fogos são lançados diretamente da ponte, iluminando o céu australiano com um verdadeiro espetáculo de luzes e cores.

4. Ponte di Rialto: Veneza, Itália

pontos turísticos itália

A Ponte di Rialto é a mais antiga dentre as quatro pontes que cruzam o Grande Canal de Veneza. No entanto, no passado, esta ponte era o único meio de travessia sobre o canal. Sua importância se dá, principalmente, por conectar o centro da cidade e o famoso Mercato di Rialto. O local é conhecido por oferecer uma grande variedade de queijos, peixes e frutos do mar frescos há séculos.

A construção da exuberante ponte de pedra que vemos hoje em Veneza, na Itália, foi concluída no ano de 1591. A ponte anterior, que inclusive era de madeira, havia sido derrubada em 1524. Diversos projetos, vindos de arquitetos renomados na época, foram oferecidos para a construção da nova ponte. Até mesmo Michelangelo ofereceu uma proposta, mas seu projeto com enfoque no estilo clássico foi considerado inadequado para a obra. Por fim, o arquiteto escolhido foi Antonio da Ponte, que apresentou uma proposta não-romanesca bastante controversa.

A engenharia da Ponte di Rialto foi considerada tão audaciosa para a época que alguns arquitetos previram um futuro desmoronamento da ponte. Entretanto, a ponte desafiou seus críticos, tornando-se um dos principais ícones da arquitetura veneziana até os dias atuais.

5. Ponte Carlos: Praga, República Tcheca

pontes antigas pelo mundo

A Charles Bridge, ou Ponte Carlos, é uma famosa ponte de pedra que cruza o rio Vltava na cidade de Praga, República Tcheca. Ao longo de sua alameda, a Ponte Carlos é ornamentada com 16 arcos e 30 estátuas de santos, esculpidas no estilo Barroco. Dentre estas 30 estátuas, sem dúvida a mais famosa é a de São João Nepomuceno, a qual dizem que fornece boa sorte àqueles que a tocam.

A ponte, que é uma das obras mais impressionantes já feitas no estilo Gótico, começou a ser construída em 1357, sob patrocínio do rei Carlos IV. Entretanto, a obra levou cerca de 45 anos, e a inauguração da ponte ocorreu somente no início do século XV.

Nesta época, como era o único meio de cruzar o rio Vltava, a Ponte Carlos era a conexão mais importante entre a Cidade Antiga (Old Town) e a área ao redor do Castelo de Praga. Esta conexão fez Praga se tornar uma rota crucial entre a Europa Oriental e a Ocidental. Hoje, a Ponte Carlos é um dos pontos turísticos mais visitados de Praga. Inclusive, o centro da cidade não seria o mesmo sem a imponente presença deste belíssimo monumento medieval.

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6. Ponte das Correntes: Budapeste, Hungria

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A Ponte das Correntes é um dos principais pontos turísticos de Budapeste, na Hungria. Seu nome oficial é Ponte Széchenyi, uma homenagem ao principal apoiador de sua construção, o Conde István Széchenyi. Antes da ponte existir, a única forma de atravessar o rio Danúbio era de barco. Sua inauguração ocorreu em 1849, após 20 anos de obras.

Considerada uma das maravilhas da engenharia moderna, a Ponte das Correntes tornou-se um símbolo de progresso para a Hungria, ligando duas cidades até então separadas pelo Danúbio: Buda e Peste. Além disso, proporcionou um grande avanço na economia do país, bem como na cultura do povo húngaro. Lamentavelmente, durante a Segunda Guerra Mundial, a Ponte das Correntes quase sofreu uma destruição total, assim como todas as outras pontes da cidade. Entretanto, as torres da Ponte das Correntes não foram potencialmente abaladas, o que permitiu sua total reconstrução em 1949.

De cima da ponte é possível ter uma visão panorâmica da cidade, em especial do prédio do Parlamento, que fica no lado de Peste. Já do outro lado da cidade, em Buda, a construção que se destaca de cima da ponte é o magnífico Castelo de Buda, principalmente à noite, quando fica encantadoramente iluminado.

7. Ponte Vecchio: Florença, Itália

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A vista pitoresca do centro da cidade de Florença, na Itália, é realçada pela presença de uma de suas mais prestigiadas estruturas – a Ponte Vecchio. A ponte cruza o rio Arno e liga o centro da cidade ao distrito de Oltrarno.

Mesmo tendo sido construída há séculos atrás, esta obra-prima da engenharia medieval continua sendo um dos melhores exemplos do que significou a Renascença Européia, especialmente nesta região da Toscana. Sua construção foi concluída em 1345 e, ao longo de todos este anos, a ponte passou por inúmeras reformas.

Na época de sua construção, o governo de Florença alugava 46 lojas ao longo da ponte para comerciantes de produtos variados, com o propósito de recuperar o dinheiro gasto na obra. Contudo, após o ano de 1442, todas as lojas foram vendidas para açougueiros locais, que alteraram significativamente a aparência da ponte. Nos dias de hoje, você ainda encontrará um comércio movimentado ao longo da ponte, repleto de ourivesarias e joalherias, bem como algumas lojas de souvenirs.

8. Golden Gate Bridge: São Francisco, Estados Unidos

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A Ponte Golden Gate, localizada na cidade de São Francisco, Estados Unidos, é uma das maiores referências mundiais do estilo Art Deco, muito popular nos anos 20 e 30. A ponte, construída pelo engenheiro civil Joseph B. Strauss, foi inaugurada em 1937, após sete anos de obras.

Em se tratando se pontes famosas pelo mundo, a Golden Gate se diferencia das demais em grande parte por conta de um fator pouco comum no mundo das pontes: sua cor. Seu exótico tom alaranjado, por vezes chamado de “laranja internacional”, foi escolhido justamente para se destacar na paisagem, já que frequentemente a região da Baía de São Francisco fica coberta por névoa.

Enquanto alguns podem não se sentir tão inspirados por pontes suspensas com um design mais industrial, como é o caso da Golden Gate, é inegável que a cidade de São Francisco que conhecemos hoje poderia não ser a mesma sem a presença marcante da Ponte Golden Gate. Muitos, inclusive, consideram a Golden Gate a façanha arquitetônica mais icônica não apenas da cidade de São Francisco, mas também de toda a Costa Oeste americana.

9. Ponte de Alcántara: Alcántara, Espanha

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A Ponte de Alcántara, construída entre os anos 104 e 106 d.C., é uma ponte de 6 arcos assimétricos que cruza o rio Tejo. Este belo monumento está localizado no município de Alcántara, na Espanha, bem na divisa com o país vizinho, Portugal. Sem dúvida, esta ponte foi um dos grandes feitos da antiga engenharia romana. Construída a mando do Imperador Trajano e executada pelo arquiteto Caio Julio Lacer, a Ponte de Alcántara ligava o então assentamento romano de Cáceres com a histórica província portuguesa de Beira Alta.

Ao longo de sua extensa e rica história, a ponte sofreu muitos danos, em diferentes ocasiões. Por exemplo, em 1214, os Mouros destruíram um de seus arcos menores. Novamente, em 1760, um outro arco foi demolido pelos próprios espanhóis, com o intuito de evitar uma eminente invasão por parte dos portugueses.

Contudo, diante de todos estes acontecimentos, podemos observar que inúmeros esforços foram necessários para que a antiga Ponte de Alcántara conseguisse resistir ao teste do tempo. Mesmo com quase 2 mil anos desde sua construção, a ponte ainda hoje é transitável e continua sendo o grande destaque do local onde se encontra.

10. Pont des Arts: Paris, França

roteiro de viagem: pontes famosas pelo mundo

A Pont des Arts, também conhecida como Ponte dos Cadeados, atravessa o rio Sena e está localizada em Paris, na França. A obra, que foi concluída durante o regime de Napoleão Bonaparte no ano de 1804, liga o Institut de France ao Pátio Central do Museu do Louvre (anteriormente chamado de “Palais des Arts”). A ponte passou por diversas modificações no decorrer de sua história. A ideia inicial de Bonaparte era que criassem uma ponte que se assemelhasse a um jardim suspenso, que fosse adornada com flores e repleta de bancos. Desta forma, os pedestres poderiam se sentar e apreciar a paisagem ao redor.

Por volta do ano de 2008, iniciou-se uma tradição de pendurar cadeados nas laterais da ponte, como uma forma de simbolizar o amor eterno entre casais. Por conta disso, ao longo dos anos, o peso extra destes objetos causou um verdadeiro transtorno para a cidade, já que foi detectado que a estrutura da ponte estava começando a ficar comprometida. Então, em 2015, os cadeados começaram a ser removidos, e a Pont des Arts precisou ficar interditada por um tempo.

No ano de 2017, foi realizado um leilão com os cadeados recolhidos na Pont des Arts. O dinheiro arrecadado foi destinado à ONGs, as quais mantém serviços humanitários com os refugiados que são acolhidos no país.

Hoje em dia não é mais permitido prender cadeados nas laterais da ponte, mas este detalhe não impediu que casais apaixonados continuassem a visitar este icônico ponto turístico. Isto porque, de cima da ponte, é possível apreciar uma vista incrivelmente privilegiada desta romântica cidade, bem como de seus belíssimos monumentos.

11. (Bônus) Bow Bridge: Nova York (Central Park), Estados Unidos

pontos turísticos nova york

A Bow Bridge é uma ponte de ferro fundido, localizada no Central Park, em Nova York, Estados Unidos. A passarela da ponte é feita de madeira de Ipê sul-americano, que muda sua coloração para um vermelho profundo quando está molhada. Além disso, a Bow Bridge é a maior de todas as pontes do Central Park, medindo 26,51 metros de comprimento.

Esta bela ponte é usada como passarela para pedestres cruzarem o charmoso lago que percorre o Central Park, chamado “The Lake”. As cores do bosque que cerca a Bow Bridge (chamado de “The Ramble”) mudam constantemente sua coloração, dependendo da estação do ano. Durante a primavera, por exemplo, os tons rosados predominam, especialmente por conta das cerejeiras que se encontram próximas à ponte. Por outro lado, no verão, a paisagem ganha um destaque extra, já que diversas gôndolas se deslocam gentilmente sobre o lago, levando os visitantes do Central Park em um agradável e convidativo passeio.

Desde sua construção, em 1862, a Bow Bridge consegue exprimir de forma precisa a distinta aura romântica de Nova York. Além disso, é extremamente apreciada, tanto pelos nova-iorquinos, quanto por turistas, casais, noivos e noivas, cinéfilos e, principalmente fotógrafos. Considerada a jóia da coroa do Central Park e projetada pelos arquitetos Calvert Vaux e Jacob Wrey Mould, a Bow Bridge já foi cenário de vários filmes ambientados na Big Apple, como por exemplo Nosso Amor de Ontem (The Way We Were), de 1973, e Tenha Fé (Keeping The Faith), de 2000.

 

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Os campos de tulipas do Parque Keukenhof

Conheça o Parque Keukenhof e seus encantadores campos de tulipas, na Holanda

Muitos turistas sonham conhecer o famoso Parque Keukenhof, na Holanda. E é fácil entender o motivo, já que a Holanda é conhecida como o “país das tulipas”. Mais de 7 milhões de bulbos de flores são plantados neste local todos os anos. O Keukenhof, também conhecido como o “jardim da Europa”, é o maior parque de flores do mundo. Ao visitar o local, você se sentirá mergulhado em um deslumbrante e fotogênico mar de flores. Os coloridos caminhos que se formam ao longo de todo o parque são um verdadeiro paraíso para pessoas que gostam de passar horas relaxando em um ambiente agradável e tranquilo. Se você quer saber como e quando visitar o Parque Keukenhof, continue lendo este artigo!

campos de tulipas parque keukenhof
A primavera é muito celebrada na Holanda, já que simboliza acima de tudo uma época de recomeço

A história do parque

Em 1949, o então prefeito de Lisse teve a ideia de criar um jardim de flores. O objetivo era ter um local onde os floricultores de todo o país, bem como de outros locais da Europa, pudessem exibir seus produtos. Hoje, as tulipas holandesas são prestigiadas no mundo inteiro, assim como são um grande símbolo para o país. A Holanda, inclusive, é o país que mais exporta flores.

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Ao visitar o local, você se sentirá mergulhado em um deslumbrante e fotogênico mar de flores

Uma nova temática a cada ano

Os campos de tulipas do Parque Keukenhof apresentam um tema diferente a cada ano, ou seja, os campos de flores nunca são os mesmos. Por exemplo, como 2019 foi o ano que o parque completou sua 70ª edição, o tema escolhido foi “Flower Power” e a vibe hippie do início dos anos 70.

Contudo, o mais interessante é que o parque não exibe somente as icônicas tulipas holandesas. Os diversos jardins e pavilhões, espalhados ao longo do parque, também exibem uma coleção fantástica de várias outras espécies de flores. Por exemplo, você poderá passear por jardins repletos de jacintos, narcisos, orquídeas, rosas, cravos, íris, lírios e muitas outras flores. Uma experiência única, sem dúvida, onde você será envolvido por um espetáculo de cores e perfumes.

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Além das tulipas, no Parque Keukenhof você encontrará muitas outras espécies de flores, como por exemplo cerejeiras, cravos, rosas, bromélias, jacintos e orquídeas

Acessibilidade

O Keukenhof é totalmente acessível para visitantes usuários de cadeira de rodas. Inclusive, o parque disponibiliza várias cadeiras de rodas na entrada, de forma gratuita. Contudo, visitantes que desejarem utilizar cadeiras elétricas pelos campos de flores deverão pagar uma pequena taxa de manutenção do aparelho.

Crianças também são bem vindas, já que o parque conta com uma área de playground, bem como um zoológico, onde poderão até mesmo alimentar os animais.

maior parque de flores do mundo
Pelo parque, você poderá fazer passeios de bicicleta ou de barco, e até mesmo fazer um tour com guia local

Quando visitar o Parque Keukenhof?

O Keukenhof fica aberto para visitação somente entre os meses de março e maio, já que as flores desabrocham durante a primavera na Europa. O horário de funcionamento é das 8:00h às 19:30h. Então, se você deseja incluir este roteiro na sua viagem para a Holanda na primavera, o ideal é se programar de acordo com o período de abertura do parque.

Embora só fique aberto por aproximadamente 8 semanas, o parque atrai mais de um milhão de visitantes todos os anos. Cerca de 75% destes visitantes são estrangeiros, vindos de mais de 100 países diferentes.

Como visitar o Parque Keukenhof?

O parque Keukenhof está localizado em uma área rural, entre as cidades de Hillegom e Lisse, ao sul de Haarlem e a apenas 40 minutos de Amsterdam. Além disso, se você for um ciclista experiente, é possível fazer o trajeto Amsterdam-Lisse em menos de 2 horas. Geralmente, os ingressos começam a ser vendidos no site oficial do parque no mês de dezembro. Não deixe de conhecer este destino imperdível!

Confira abaixo mais algumas fotos do Parque Keukenhof e suas belas flores:

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7 lugares incríveis que inspiraram o mundo de Game of Thrones

A famosa série televisiva distribuída pela HBO, Game of Thrones, conquistou admiradores no mundo todo. Diversas cidades da Irlanda do Norte, Espanha, Croácia e Marrocos, por exemplo, aparecem na série, com cenários de tirar o fôlego.

A série encerra neste ano de 2019 um ciclo de oito anos com sua oitava e última temporada. Deste modo, vários destinos se tornaram verdadeiras rotas de peregrinação para seus fiéis admiradores. Mais de 30 cidades que existem no mundo real inspiraram o mundo de fantasia dos livros escritos por George R. R. Martin. Entretanto, muitos destes locais já contavam com certa popularidade.

Neste artigo, você irá se encantar com a beleza de 7 destes locais. Aproveite e comece desde já a planejar sua próxima viagem. E lembre-se: na Mar-Tha Rio você encontra várias opções de pacotes de viagens e excursões, muitas em até 10x sem juros.

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Sevilha, Espanha

A Espanha oferece aos seus visitantes um grande número de museus, monumentos históricos, castelos, igrejas, excelentes restaurantes, bem como diversas opções de lazer ao ar livre. Devido à sua localização, o território foi sujeito a muitas influências externas, desde os tempos pré-históricos. Por outro lado, o próprio país foi uma importante fonte de influência para outras regiões.

Real Alcázar de Sevilha, Espanha
Real Alcázar de Sevilha, Espanha

Em Sevilha, quarta maior cidade da Espanha, localiza-se um dos conjuntos monumentais mais representativos da cidade: o Real Alcázar de Sevilha. O local, que fica bem próximo à Catedral de Sevilha, foi um dos cenários da 5ª temporada de Game of Thrones. Os Jardins de Água serviram de base para a Casa Martell.

O complexo palaciano possui ambientes variados, bem como áreas repletas de extensos pátios com jardins e fontes. É possível observar uma perfeita harmonia entre diferentes influências arquitetônicas, como a islâmica e a cristã, por exemplo. Até os dias de hoje, o Real Alcázar de Sevilha é a residência dos membros da Família Real da Espanha, quando estes visitam a cidade. Esta atração turística é, sem dúvida, uma parada obrigatória em Sevilha.

Dubrovnik, Croácia

Dubrovnik, famosa cidade costeira da Croácia conhecida como a “Pérola do Adriático”, é um dos destinos turísticos mais concorridos desta região. Inclusive, o turismo é uma grande fonte de receitas e o maior motor econômico da Croácia, já que é um dos locais favoritos para as férias de verão dos europeus. De fato, algumas das praias consideradas como as mais belas da Europa encontram-se no país, caracterizadas pela intensa cor azul-turquesa de suas águas.

Dubrovnik, Croácia
Dubrovnik, Croácia

A cidade de Dubrovnik é rodeada por muralhas e fortificações em seu centro histórico, conhecido como “Old Town”. Por ser uma das cidades medievais mais bem preservadas do mundo, a “Old Town” de Dubrovnik não permite que haja tráfego de carros e bicicletas em suas ruas de pedra. Desse modo, os visitantes conseguem se atentar mais aos detalhes, já que o tour precisa ser feito a pé.

Embora a cidade tenha muito a oferecer em termos de história, parte de seu charme se deve ao fato de que Dubrovnik é uma cidade vibrante e repleta de atrações, muitas inspiradas em Game of Thrones. Além de visitar igrejas, palácios e museus, os turistas também podem aproveitar muitos mercados, bazares, cafés e restaurantes. No verão europeu, por exemplo, acontece o badalado Festival de Verão de Dubrovnik.

Sem dúvida, Dubrovnik foi de grande importância para o desenrolar da trama de Game of Thrones, uma vez que grande parte das cenas de King’s Landing (ou Porto Real, em português) foram filmadas por lá. De acordo com o Instituto de Economia da Croácia, entre os anos de 2012 e 2015, o turismo na cidade teve um aumento de 15% a 20% acima do normal, em razão do programa da HBO. Existem tours pela cidade que atendem especialmente aqueles que desejam conhecer os pontos de interesse referenciados em Game of Thrones.

Essaouira e Ouarzazate, Marrocos

As cidades de Essaouira e Ouarzazate, localizadas no Marrocos, também foram destaque em Game of Thrones. Geograficamente, o Marrocos é caracterizado por um interior montanhoso, grandes extensões de deserto e um longo litoral ao longo do Oceano Atlântico e do Mar Mediterrâneo.

Essaouira, Marrocos
Essaouira, Marrocos

A cidade de Essaouira, que inspirou o cenário perfeito para a cidade fictícia de Astapor, possui uma atmosfera bem medieval até os dias de hoje, e é cercada de muralhas rodeadas por canteiros de flores, bem como pelo Oceano Atlântico. Foi neste local que, na 3ª temporada da série, Daenerys Targaryen libertou a população escravizada da Baía dos Escravos. As cenas da conquista de seu exército de guerreiros-eunucos, chamados de Imaculados (ou Unsullied, em inglês) também ocorreu neste local. Na vida real, esta cidade vibrante possui uma longa história de colonização. Os portugueses foram responsáveis pela construção das muralhas de pedra que cercam a região da antiga Medina da cidade. Inclusive, seu centro histórico foi classificado pela UNESCO como Patrimônio Mundial em 2009.

Ouarzazate, Marrocos
Ouarzazate, Marrocos

Considerada por muitos como a “Hollywood do Marrocos”, Ouarzazate já serviu como cenário para diversos filmes, como por exemplo “Gladiador” (2000), “Cruzada” (2005), “A Múmia” (1999) e “Alexandre” (2004). Porém, nos últimos anos, Game of Thrones vem reaquecendo o turismo na cidade. Ouarzazate está presente na série como Pentos, uma cidade portuária controlada por comerciantes de especiarias. No mundo real, Ouarzazate costuma ser o ponto de partida para tours pelo deserto do Sahara. Por este motivo, a cidade também é chamada de “porta para o deserto”. Os visitantes podem contar, principalmente, com uma excelente infraestrutura em termos de hospedagem, bem como uma gastronomia sem igual.

Irlanda do Norte

A espetacular Irlanda do Norte é muito conhecida por ser repleta de cenários naturalmente exóticos e de tirar o fôlego. O passado desta região é bem antigo, tendo mais de 2 mil anos de história. De ruínas antigas cercadas por histórias de fantasmas a belíssimas fortalezas, a Irlanda do Norte possui uma infinidade de castelos realmente impressionantes. O país serviu como cenário para muitas cenas externas de Game of Thrones.

Dark Hedges, Irlanda do Norte
Dark Hedges, Irlanda do Norte

Dark Hedges, por exemplo, marcou presença nas telas durante a 2ª temporada da série. Na cena, a personagem Arya Stark segue pela Estrada do Rei (King’s Road) para se juntar à Patrulha da Noite. Trata-se de uma belíssima avenida, coberta por árvores frondosas. O local existe desde o século XVIII, e é famoso por ser um dos pontos turísticos mais fotografados do país.

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Downhill Beach, Irlanda do Norte

Um outro local que vale destaque é Downhill Beach, uma bela praia de areia dourada e extensos campos gramados. O local é muito conhecido principalmente por abrigar o Mussenden Temple, construído em 1785 no topo de um penhasco, com vista para a majestosa costa da Irlanda do Norte. Na série, Downhill Beach foi o cenário escolhido para representar a ilha de Dragonstone.

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Montanhas Mourne, Irlanda do Norte

Ainda na Irlanda do Norte, o Condado de Down (County Down) se faz presente na 1ª temporada de Game of Thrones. As Montanhas Mourne e a planície do local foram usadas como cenário, representando o Mar de Grama (Sea of Grass). Na série, é a região onde o povo conhecido como Dothraki luta entre si e com habitantes das terras vizinhas.

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Floresta de Tollymore, Irlanda do Norte

A Floresta de Tollymore, aos pés das Montanhas Mourne, representou o local onde os Starks encontram filhotes de lobo gigante.

Novidades para 2020

A HBO divulgou que transformará um dos estúdios em Banbridge, a cerca de 40 quilômetros de Belfast, em atração turística. Entretanto, a previsão é que as instalações estejam prontas para receber visitantes no primeiro semestre de 2020. Esta nova atração exibirá cenários completos e itens, como por exemplo vestimentas, armas e adereços usados pelo elenco. Além disso, outros sets de filmagem montados em outros países, serão reconstruídos no local, para deleite do público.

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