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Pontes famosas pelo mundo

Existem inúmeras pontes famosas pelo mundo, que nos encantam tanto pela beleza e imponência, quanto pela história por trás delas. Das mais modernas, como a Golden Gate, em São Francisco, às mais antigas, como as de Veneza e Florença, pontes sempre foram vistas como maravilhas icônicas da arquitetura. Embora suas funções sejam claras e simples, muitas delas são consideradas verdadeiros pontos turísticos. E o melhor: são atrações gratuitas!

Grande parte destas estruturas conseguem se destacar em diversos aspectos, que as distinguem dentre milhares de outras pontes em funcionamento por todo o mundo. Estes aspectos podem ser por conta do tamanho, apelo visual, uso de novas técnicas e materiais, bem como por sua importância histórica e cultural.

Neste artigo, montamos uma lista com 10 pontes famosas pelo mundo, além de uma ponte bônus. Certamente você irá querer incluir ao menos uma delas no roteiro da sua próxima viagem. Confira.

1. Brooklyn Bridge: Nova York, Estados Unidos

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Inaugurada em 1883, a Brooklyn Bridge conecta Manhattan ao Brooklyn, cruzando o East River. Na época de sua inauguração, a Brooklyn Bridge foi a ponte suspensa mais longa do mundo, transformando-a em um dos pontos turísticos mais icônicos de Nova York, Estados Unidos. A Brooklyn Bridge se destaca por suas duas torres colossais de calcário, granito e cimento, além de uma uma intrincada rede de cabos e fios de aço. A Manhattan Bridge, que fica bem próxima à Brooklyn Bridge, foi construída alguns anos mais tarde, em 1909. Estando na Manhattan Bridge, você conseguirá ter uma visão espetacular da Brooklyn Bridge.

Ao longo do dia, milhares de turistas cruzam a ponte do Brooklyn a pé, enquanto tiram fotos dos arranha-céus e do horizonte espetacular de Manhattan. De acordo com pesquisas, cerca de 4 mil pedestres passam pela Brooklyn Bridge diariamente. A ponte conta com um amplo acesso a pedestres e ciclistas e, inclusive, se torna imprescindível quando os meios usuais para cruzar o rio ficam indisponíveis.

Um dos roteiros preferidos entre os turistas é cruzar a ponte e fechar o passeio na área do Brooklyn conhecida como DUMBO, abreviação para “Down Under Manhattan Bridge Overpass”. Trata-se de um dos pontos mais fotografados na região – uma área totalmente restaurada que tem atraído muitos visitantes, já que é repleta de ótimos bares, restaurantes e lojas. Além disso, oferece vistas privilegiadas do East River e suas pontes, bem como da cidade de Nova York, especialmente durante o pôr do sol. Neste local, é possível tirar a foto mais tradicional de Nova York, com a Manhattan Bridge como plano de fundo no final de uma rua.

2. Tower Bridge: Londres, Inglaterra

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Inaugurada em 1894 acima do rio Tâmisa, a Tower Bridge se tornou uma das estruturas mais icônicas de Londres, Inglaterra, bem como um dos monumentos mais visitados em toda a Europa. A ponte, que possui 244 metros de comprimento, fica ao lado da também famosa London Bridge.

A Tower Bridge é ornamentada com duas belas torres, que chegam a 65 metros de altura, e são unidas na parte superior através de dois corredores paralelos. O principal fator que motivou a construção da ponte foi aliviar o congestionamento da cidade. Isso porque a London Bridge apenas já não era suficiente para a Londres do século 19, que já naquela época observava um enorme tráfego de automóveis e pedestres.

Entretanto, o projeto gerou uma grande apreensão na cidade, já que a ponte não poderia atrapalhar o fluxo constante de embarcações pelo Rio Tâmisa. Por este motivo, a Tower Bridge conta com duas passarelas móveis em sua parte inferior, que podem permanecer suspensas para que as embarcações maiores possam seguir o fluxo do rio sem nenhum obstáculo.

3. Sydney Harbour Bridge: Sydney, Austrália

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A icônica Sydney Harbour Bridge é, sem dúvida, um dos pontos turísticos mais conhecidos e mais fotografados de Sydney, bem como de toda a Austrália. Trata-se da ponte de arcos em aço mais larga (mas não a mais longa) do mundo. A ponte levou 8 anos para ser construída por completo, sendo inaugurada em 1932. Por conta de seu formato arqueado, a Sydney Harbour Bridge foi apelidada carinhosamente pelos locais como “The Coathanger” (o cabide, em inglês).

Desde sua inauguração até os dias de hoje, a Sydney Harbour Bridge tem conseguido atrair a atenção de milhões de turistas que visitam a cidade. Juntamente com a também icônica Opera House, este monumento se tornou um dos símbolos arquitetônicos mais reconhecíveis de toda a Oceania. Os principais eventos da cidade acontecem na área onde a Harbour Bridge está localizada.

Inclusive, durante as celebrações de Ano Novo, a tradicional queima de fogos na Baía de Sydney costuma reunir milhares de pessoas, com a Harbour Bridge sendo o grande destaque da noite. Isto porque grande parte dos fogos são lançados diretamente da ponte, iluminando o céu australiano com um verdadeiro espetáculo de luzes e cores.

4. Ponte di Rialto: Veneza, Itália

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A Ponte di Rialto é a mais antiga dentre as quatro pontes que cruzam o Grande Canal de Veneza. No entanto, no passado, esta ponte era o único meio de travessia sobre o canal. Sua importância se dá, principalmente, por conectar o centro da cidade e o famoso Mercato di Rialto. O local é conhecido por oferecer uma grande variedade de queijos, peixes e frutos do mar frescos há séculos.

A construção da exuberante ponte de pedra que vemos hoje em Veneza, na Itália, foi concluída no ano de 1591. A ponte anterior, que inclusive era de madeira, havia sido derrubada em 1524. Diversos projetos, vindos de arquitetos renomados na época, foram oferecidos para a construção da nova ponte. Até mesmo Michelangelo ofereceu uma proposta, mas seu projeto com enfoque no estilo clássico foi considerado inadequado para a obra. Por fim, o arquiteto escolhido foi Antonio da Ponte, que apresentou uma proposta não-romanesca bastante controversa.

A engenharia da Ponte di Rialto foi considerada tão audaciosa para a época que alguns arquitetos previram um futuro desmoronamento da ponte. Entretanto, a ponte desafiou seus críticos, tornando-se um dos principais ícones da arquitetura veneziana até os dias atuais.

5. Ponte Carlos: Praga, República Tcheca

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A Charles Bridge, ou Ponte Carlos, é uma famosa ponte de pedra que cruza o rio Vltava na cidade de Praga, República Tcheca. Ao longo de sua alameda, a Ponte Carlos é ornamentada com 16 arcos e 30 estátuas de santos, esculpidas no estilo Barroco. Dentre estas 30 estátuas, sem dúvida a mais famosa é a de São João Nepomuceno, a qual dizem que fornece boa sorte àqueles que a tocam.

A ponte, que é uma das obras mais impressionantes já feitas no estilo Gótico, começou a ser construída em 1357, sob patrocínio do rei Carlos IV. Entretanto, a obra levou cerca de 45 anos, e a inauguração da ponte ocorreu somente no início do século XV.

Nesta época, como era o único meio de cruzar o rio Vltava, a Ponte Carlos era a conexão mais importante entre a Cidade Antiga (Old Town) e a área ao redor do Castelo de Praga. Esta conexão fez Praga se tornar uma rota crucial entre a Europa Oriental e a Ocidental. Hoje, a Ponte Carlos é um dos pontos turísticos mais visitados de Praga. Inclusive, o centro da cidade não seria o mesmo sem a imponente presença deste belíssimo monumento medieval.

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6. Ponte das Correntes: Budapeste, Hungria

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A Ponte das Correntes é um dos principais pontos turísticos de Budapeste, na Hungria. Seu nome oficial é Ponte Széchenyi, uma homenagem ao principal apoiador de sua construção, o Conde István Széchenyi. Antes da ponte existir, a única forma de atravessar o rio Danúbio era de barco. Sua inauguração ocorreu em 1849, após 20 anos de obras.

Considerada uma das maravilhas da engenharia moderna, a Ponte das Correntes tornou-se um símbolo de progresso para a Hungria, ligando duas cidades até então separadas pelo Danúbio: Buda e Peste. Além disso, proporcionou um grande avanço na economia do país, bem como na cultura do povo húngaro. Lamentavelmente, durante a Segunda Guerra Mundial, a Ponte das Correntes quase sofreu uma destruição total, assim como todas as outras pontes da cidade. Entretanto, as torres da Ponte das Correntes não foram potencialmente abaladas, o que permitiu sua total reconstrução em 1949.

De cima da ponte é possível ter uma visão panorâmica da cidade, em especial do prédio do Parlamento, que fica no lado de Peste. Já do outro lado da cidade, em Buda, a construção que se destaca de cima da ponte é o magnífico Castelo de Buda, principalmente à noite, quando fica encantadoramente iluminado.

7. Ponte Vecchio: Florença, Itália

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A vista pitoresca do centro da cidade de Florença, na Itália, é realçada pela presença de uma de suas mais prestigiadas estruturas – a Ponte Vecchio. A ponte cruza o rio Arno e liga o centro da cidade ao distrito de Oltrarno.

Mesmo tendo sido construída há séculos atrás, esta obra-prima da engenharia medieval continua sendo um dos melhores exemplos do que significou a Renascença Européia, especialmente nesta região da Toscana. Sua construção foi concluída em 1345 e, ao longo de todos este anos, a ponte passou por inúmeras reformas.

Na época de sua construção, o governo de Florença alugava 46 lojas ao longo da ponte para comerciantes de produtos variados, com o propósito de recuperar o dinheiro gasto na obra. Contudo, após o ano de 1442, todas as lojas foram vendidas para açougueiros locais, que alteraram significativamente a aparência da ponte. Nos dias de hoje, você ainda encontrará um comércio movimentado ao longo da ponte, repleto de ourivesarias e joalherias, bem como algumas lojas de souvenirs.

8. Golden Gate Bridge: São Francisco, Estados Unidos

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A Ponte Golden Gate, localizada na cidade de São Francisco, Estados Unidos, é uma das maiores referências mundiais do estilo Art Deco, muito popular nos anos 20 e 30. A ponte, construída pelo engenheiro civil Joseph B. Strauss, foi inaugurada em 1937, após sete anos de obras.

A Golden Gate se diferencia das demais em grande parte por conta de um fator pouco comum no mundo das pontes: sua cor. Seu exótico tom alaranjado, por vezes chamado de “laranja internacional”, foi escolhido justamente para se destacar na paisagem, já que frequentemente a região da Baía de São Francisco fica coberta por névoa.

Enquanto alguns podem não se sentir tão inspirados por pontes suspensas com um design mais industrial, como é o caso da Golden Gate, é inegável que a cidade de São Francisco que conhecemos hoje poderia não ser a mesma sem a presença marcante da Ponte Golden Gate. Muitos, inclusive, consideram a Golden Gate a façanha arquitetônica mais icônica não apenas da cidade de São Francisco, mas também de toda a Costa Oeste americana.

9. Ponte de Alcántara: Alcántara, Espanha

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A Ponte de Alcántara, construída entre os anos 104 e 106 d.C., é uma ponte de 6 arcos assimétricos que cruza o rio Tejo. Este belo monumento está localizado no município de Alcántara, na Espanha, bem na divisa com o país vizinho, Portugal. Sem dúvida, esta ponte foi um dos grandes feitos da antiga engenharia romana. Construída a mando do Imperador Trajano e executada pelo arquiteto Caio Julio Lacer, a Ponte de Alcántara ligava o então assentamento romano de Cáceres com a histórica província portuguesa de Beira Alta.

Ao longo de sua extensa e rica história, a ponte sofreu muitos danos, em diferentes ocasiões. Por exemplo, em 1214, os Mouros destruíram um de seus arcos menores. Novamente, em 1760, um outro arco foi demolido pelos próprios espanhóis, com o intuito de evitar uma eminente invasão por parte dos portugueses.

Contudo, diante de todos estes acontecimentos, podemos observar que inúmeros esforços foram necessários para que a antiga Ponte de Alcántara conseguisse resistir ao teste do tempo. Mesmo com quase 2 mil anos desde sua construção, a ponte ainda hoje é transitável e continua sendo o grande destaque do local onde se encontra.

10. Pont des Arts: Paris, França

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A Pont des Arts, também conhecida como Ponte dos Cadeados, atravessa o rio Sena e está localizada em Paris, na França. A obra, que foi concluída durante o regime de Napoleão Bonaparte no ano de 1804, liga o Institut de France ao Pátio Central do Museu do Louvre (anteriormente chamado de “Palais des Arts”). A ponte passou por diversas modificações no decorrer de sua história. A ideia inicial de Bonaparte era que criassem uma ponte que se assemelhasse a um jardim suspenso, que fosse adornada com flores e repleta de bancos. Desta forma, os pedestres poderiam se sentar e apreciar a paisagem ao redor.

Por volta do ano de 2008, iniciou-se uma tradição de pendurar cadeados nas laterais da ponte, como uma forma de simbolizar o amor eterno entre casais. Por conta disso, ao longo dos anos, o peso extra destes objetos causou um verdadeiro transtorno para a cidade, já que foi detectado que a estrutura da ponte estava começando a ficar comprometida. Então, em 2015, os cadeados começaram a ser removidos, e a Pont des Arts precisou ficar interditada por um tempo.

No ano de 2017, foi realizado um leilão com os cadeados recolhidos na Pont des Arts. O dinheiro arrecadado foi destinado à ONGs, as quais mantém serviços humanitários com os refugiados que são acolhidos no país.

Hoje em dia não é mais permitido prender cadeados nas laterais da ponte, mas este detalhe não impediu que casais apaixonados continuassem a visitar este icônico ponto turístico. Isto porque, de cima da ponte, é possível apreciar uma vista incrivelmente privilegiada desta romântica cidade, bem como de seus belíssimos monumentos.

11. (Bônus) Bow Bridge: Nova York (Central Park), Estados Unidos

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A Bow Bridge é uma ponte de ferro fundido, localizada no Central Park, em Nova York, Estados Unidos. A passarela da ponte é feita de madeira de Ipê sul-americano, que muda sua coloração para um vermelho profundo quando está molhada. Além disso, a Bow Bridge é a maior de todas as pontes do Central Park, medindo 26,51 metros de comprimento.

Esta bela ponte é usada como passarela para pedestres cruzarem o charmoso lago que percorre o Central Park, chamado “The Lake”. As cores do bosque que cerca a Bow Bridge (chamado de “The Ramble”) mudam constantemente sua coloração, dependendo da estação do ano. Durante a primavera, por exemplo, os tons rosados predominam, especialmente por conta das cerejeiras que se encontram próximas à ponte. Por outro lado, no verão, a paisagem ganha um destaque extra, já que diversas gôndolas se deslocam gentilmente sobre o lago, levando os visitantes do Central Park em um agradável e convidativo passeio.

Desde sua construção, em 1862, a Bow Bridge consegue exprimir de forma precisa a distinta aura romântica de Nova York. Além disso, é extremamente apreciada, tanto pelos nova-iorquinos, quanto por turistas, casais, noivos e noivas, cinéfilos e, principalmente fotógrafos. Considerada a jóia da coroa do Central Park e projetada pelos arquitetos Calvert Vaux e Jacob Wrey Mould, a Bow Bridge foi já foi cenário de vários filmes ambientados na Big Apple, como por exemplo Nosso Amor de Ontem (The Way We Were), de 1973, e Tenha Fé (Keeping The Faith), de 2000.

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O que você precisa saber sobre as estações de ski

Paisagens exuberantes, com montanhas brancas, acompanham aqueles que se aventuram em deslizar pela neve. Esquiar é um dos esportes mais atraentes do mundo, já que proporciona uma sensação única de adrenalina.

Esquiar é uma experiência que só quem já teve pode dizer o quanto é maravilhosa! Deslizar sobre a neve, fazer manobras ou simplesmente se equilibrar. Tudo é uma conquista quando se trata de um esporte radical.

Uma estação de ski é um centro de lazer, que recebe, todos os anos, turistas de todas as idades.

Há muito o que aproveitar!

–  A culinária é diversificada! Você pode encontrar iguarias de diversos cantos do mundo: francesa, tailandesa, japonesa, mediterrânea e etc…

–  Caminhe em meio aos bosques e trilhas das montanhas

–   Faça passeios de trenó e motos de neve

–  Há cursos para aprender a esquiar e a fazer snowboard

– E dentro dos resorts há passatempos como centros fitness, cursos de culinária, dança,meditação, yoga, entre tantos outros.

Os hotéis das estações costumam oferecer apartamentos aconchegantes e bem equipados, com calefação, TV, cama queen, lareira e muito mais! Sem falar nas amenidades, que podem incluir salas de jogos e entretenimentos, spa, cinema e todo o conforto que você pode imaginar.

Além de tudo isso, todo espaço de ski oferece clínicas especializadas para atender hóspedes em caso de algum tipo de acidente ou emergência. Por isso, pode ficar despreocupado.

TIPOS DE CENTROS DE SKI

As estações de esqui podem ser divididos em três categorias:

# 1.    Resorts de alta montanha

# 2.   Cidades ao pé da montanha

# 3.   Cidades turísticas com estação de esqui próxima

ONDE IR?

Você encontra estações de ski em todos os continentes. Pode esquiar na Nova Zelândia,  na Austrália, no Japão, na Coreia, no Cazaquistão, Alaska, na Escandinávia, nos Balcãs e até na África!

Veja os destinos mais populares:

AMÉRICA DO SUL

ARGENTINA

  • Bariloche
  • Chapelco
  • Las Leñas
  • La Hoya
  • Ushuaia
  • Villa Angostura

CHILE

  • Valle Nevado
  • Corralco
  • El Colorado
  • Farellones
  • La Parva
  • Portillo
  • Pucon
  • Termas de Chillan

EUROPA

Alemanha – Garmisch-Partenkirchen, Zugspitze
Áustria – Innsbruck
Espanha – Sierra Nevada
França – Courchevel, Chamonix, Mont-Blanc
Suiça – Interlaken, St. Moritz 

AMÉRICA DO NORTE

CANADÁ

  • Whistler
  • Sunshine Village
  • Mont-Tremblant

ESTADOS UNIDOS

  • Aspen
  • Beaver Creek
  • Breckenridge
  • Heavenly
  • Keystone
  • Park City
  • Vail

QUANDO IR?

 

      AMÉRICA DO SUL     HEMISFÉRIO NORTE
  Período Temporada Período Temporada
01/06 a 30/06    Média 15/11 a 30/11    Média
01/07 a 31/07    Alta 1/12 a 31/01    Alta
01/08 a 31/08   Média 01/02 a 28/02   Média
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Principais dúvidas sobre aluguel de carro no exterior

Principais dúvidas sobre aluguel de carro no exterior

Está planejando fazer uma road trip e tem dúvidas sobre alugar um carro no exterior? Então, confira as nossas dicas!

Saiba que fazer uma viagem de carro em outro país pode ser mais simples do que você imagina, basta ficar atento a alguns detalhes sobre as regulamentações do país de destino.

Quem pode alugar um carro no exterior?

Qualquer pessoa pode alugar um carro, desde tenha habilitação válida (CNH) e emitida a, no mínimo, 2 anos. Além disso é preciso apresentar o passaporte válido e um cartão de crédito internacional, em seu nome, e com limite suficiente para cobrir o valor da locação e da franquia.

Outro fato que é preciso ficar atento é a idade mínima, que, em geral, é de 25 anos. Existem algumas empresas que aceitam alugar para motoristas entre 21 e 24 anos, mas cobram a mais por isso, uma taxa chamada ”under age”.

Por que é preciso ter  um cartão de crédito internacional para alugar um carro no exterior?

Não importa o modo de pagamento que você opte na hora de fazer a reserva, você obrigatoriamente terá que apresentar um cartão de crédito internacional na hora de pegar o carro, pois ele é usado pela locadora para fazer o bloqueio do valor do caução.

Como economizar na hora de alugar um carro?

Compare, pois os preços podem variar muito de um lugar para outro. O ideal é reservar com, no mínimo, 20 dias de antecedência, pois conforme a data se aproxima os veículos vão se esgotando e os preços vão subindo. Ligue para 212545-2599 ou acesse o nosso site e faça um orçamento de forma prática e rápida.

Apenas com a carteira de habilitação brasileira é possível dirigir em qualquer outro país?

Não. Cada país tem suas próprias exigências e é preciso verificar cada caso. Alguns países exigem a Permissão Internacional para Dirigir (PID). Nos países membros do Mercosul, por exemplo, é possível dirigir apenas com a CNH brasileira. Nos EUA (com exceção do estado da Georgia), basta a CNH e o passaporte. Mas, na dúvida, leve a PID.

Somente quem aluga o carro que pode dirigir?

Não. Se você quiser, na hora de fechar a reserva poderá adicionar condutores extras, mas que necessariamente deverão estar presentes no ato da abertura do contrato de locação. Algumas locadoras podem cobrar uma taxa por condutor extra.

É preciso abastecer o carro antes da devolução?

Não é obrigatório. Existem dois tipos de política de abastecimento. A mais tradicional, e a mais conhecida, é entregar o carro abastecido no momento da devolução. A outra é a modalidade do pré-pago. A ideia é que você, no momento do aluguel do carro, já pague um tanque inteiro de combustível para a locadora. Dessa forma, não é necessário abastecer antes de entregar o veículo.

É preciso contratar um seguro?

Sim, para a sua segurança e para a proteção do veículo. Veja alguns dos tipos de seguro disponíveis:

– CDW e LDW: proteção contra roubos, furtos, avarias e danos ao veículo decorrentes de colisões e/ou acidentes. Isento de franquia/co-participação.

– SLI: é uma cobertura contra danos materiais e pessoais causados a terceiros em razão de acidentes com o veículo locado. Também pode ser vendido como ALI, EP ou LIS.

– RSA/RSN: serviço de assistência na estrada em caso de extravio de chaves ou do dispositivo de abertura do veículo (controle remoto), troca de pneus, guincho no caso o veículo não funcionar e envio de gasolina em caso de emergência.

– PAI: é uma cobertura de acidentes pessoais. Garante ao cliente uma cobertura em despesas hospitalares para tratamento de ferimentos decorrentes de acidentes ocorridos durante o período da locação.

É possível fazer a devolução em outra cidade, país ou estado?

Sim, mas isso deve estar definido no contrato e, em geral, acarreta em uma taxa extra chamada ”one way”.

Quem pode me ajudar com o processo de aluguel de carro?

Para evitar problemas, aconselhamos que você utilize a consultoria de um agente de viagens. A Mar-Tha Rio está a sua disposição para ajudar e reservar o carro da sua escolha.

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Segundo a Justiça, notebooks e gadgets de uso pessoal não podem mais ser apreendidos em retorno do exterior, mesmo sem nota fiscal

Depois das câmeras fotográficas e Smartphones não entrarem mais na cota dos USD500  quando se retorna do exterior, chegou a vez dos Notebooks e, quem sabe filmadoras e lentes, outros bens de uso pessoal não serem mais apreendidos pela Receita Federal em retornos de viagens ao exterior, mesmo que não haja nota fiscal, segundo declaração da 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

Embora não tenhamos, para já, mudanças na lei, houve uma decisão individual em um caso concreto que se aplica somente ao cidadão que entrou na justiça, mas isso pode fazer com que, quem tiver problemas, possa também entrar com processo nos tribunais.

A União argumentou que todo produto sem guia de importação configura dano ao erário, implicando pena de perdimento.O juiz federal Clodomir Sebastião Reis, convocado para tratar do caso, rejeitou o argumento e afirmou que as bagagens de itens novos ou usados podem ser de consumo pessoal ou presentes, desde que a quantidade não aparente fins comerciais. Por isso, entende o juiz, a apreensão de produtos como notebooks, máquinas fotográficas, relógios de pulso ou smartphones não implica na aplicação da pena de perdimento e nem na cobrança de tributo.

Segundo o artigo 155 do Decreto de nº 6.759/2009, “é considerado bagagem os bens novos ou usados que um viajante pode destinar ao seu uso, consumo pessoal ou para presentear, desde que sua quantidade, natureza ou variedade não indiquem que a importação é feita com fins comerciais ou industriais”.

Consta dos autos que a bagagem foi liberada por ser constituída de bens de uso pessoal.  O relator do caso, juiz federal convocado Clodomir Sebastião Reis, esclareceu que a definição de bagagem está prevista no art. 155 do Decreto nº 6.759/2009. “O conceito tributário de bagagem está ligado ao uso ou consumo pessoal do viajante, sem finalidade comercial”, afirmou o relator. 
De acordo com o Termo de Apreensão de Mercadorias, um notebook foi apreendido. “A apreensão de um notebook, que se encaixa como bagagem, mais precisamente como bem de caráter manifestamente pessoal, não implica na aplicação da pena de perdimento, e nem na cobrança de tributo”, finalizou o juiz federal. 
 
O que diz a Lei – De acordo com o art. 155 do Decreto nº 6.759/2009, para fins de aplicação de isenção para bagagens do exterior, é considerado bagagem os bens novos ou usados que um viajante pode destinar ao seu uso, consumo pessoal ou para presentear, desde que sua quantidade, natureza ou variedade não indiquem que a importação é feita com fins comerciais ou industriais. 
 

DECISÃO: TRF1 mantém liberação de bagagem de uso pessoal apreendida pela Receita Federal

A 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) negou provimento à apelação da União e manteve a sentença que declarou a nulidade de Auto de Infração e de Termo de Apreensão, determinando a liberação de mercadoria apreendida pela Receita Federal.
A decisão do colegiado foi unânime.
 
Processo nº: 0013997-35.2007.4.01.3300/BA
Data da decisão: 05/12/2017
Data da publicação: 26/01/2018
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