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Como planejar uma viagem de férias

Se você está buscando dicas práticas sobre como planejar uma viagem de férias, você está no lugar certo! Seja uma viagem nacional ou uma viagem internacional para a Europa, Estados Unidos ou qualquer outro lugar do mundo, planejar uma viagem de férias não precisa se tornar uma fonte de ansiedade constante e sobrecarga. Neste artigo, preparamos 15 dicas bem simples que te ajudarão a não cometer o mesmo erro cometido por viajantes desavisados, bem como a evitar confusões de última hora. Antes de qualquer coisa, procure uma agência de viagens de sua confiança, que conte com profissionais aptos a lhe passar as melhores dicas sobre a melhor época, o melhor voo, os hotéis com o melhor custo-benefício e etc.

A Mar-Tha Rio é a agência de viagens mais premiada do Rio de Janeiro, com pacotes exclusivos e cruzeiros para qualquer perfil de viajante. Proporcionamos experiências fascinantes, levando turistas todos os anos para viagens exóticas, destinos tradicionais, capitais mundiais, parques aquáticos, museus históricos e os principais pontos turísticos que existem no mundo. Se você quer confiança para viajar e uma equipe treinada para oferecer todo o suporte que você precisar, 24 horas por dia, 7 dias por semana, fale com uma de nossas consultoras agora mesmo.

Antes de conferir nossas dicas sobre como planejar uma viagem de férias, baixe aqui nosso checklist de viagem. Ele irá ajudá-lo a não esquecer nenhum item essencial na hora de arrumar as malas para viajar.

Como planejar uma viagem de férias

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Ao decidir viajar, ter um bom planejamento pode fazer toda a diferença

Muitas pessoas acham que fazendo reserva direto pela internet vão conseguir maiores vantagens. Sem dúvida, este é o maior erro cometido por viajantes inexperientes. Usar o serviço de um profissional fará com que você evite despesas extras, principalmente por conta de pequenos erros que cometemos ao fazer uma reserva online. Leve o que você encontrar na internet ao seu agente de viagens e veja se ele tem algo melhor para lhe oferecer.

É importante saber como planejar uma viagem de férias com uma certa antecedência. Desta forma, você conseguirá melhores preços, melhores acomodações e melhores voos. Sem dúvida, quanto antes você se organizar, maiores serão as vantagens. Inclusive, em casos de viagens em grupo, é preciso garantir sua reserva para não ter o dissabor de encontrar o tour lotado. Agora, vamos às dicas:

1) Acessórios

Você certamente irá querer registrar vários momentos de sua viagem. Por isso, não esqueça de levar sua câmera, assim como carregadores, cartões de memória e adaptadores de tomadas. Além disso, é conveniente levar sempre seu próprio adaptador, pois normalmente nos hotéis existem poucos e você pode acabar não conseguindo arrumar um de última hora.

2) Bagagem

Escolha uma mala de preferência com quatro rodas, o que irá facilitar bastante sua locomoção. Prefira também as mais leves e duras, pois acomodam melhor os seus objetos de uso pessoal. A maioria das companhias aéreas nos trechos internacionais permitem duas malas de 32 quilos por pessoa. Porém, dependendo do trecho ou da companhia aérea, o limite pode ser de apenas uma mala com 20 quilos por pessoa. Procure se informar para não ter que pagar excesso de peso. Leve sempre uma pequena bagagem de mão com uma muda de roupa, escova de dentes e principais medicamentos de uso diário para previnir algum contratempo.

Dica: dependendo do seu destino, leve uma mala mais antiga e troque por uma outra mais moderna por um excelente preço!

3) Celular

Quando você for viajar para fora o país, tenha o cuidado de consultar sua operadora, pois através de parceiros locais, elas podem disponibilizar o serviço de roaming internacional. É preciso contratar este serviço antes de sua viagem e as taxas variam de acordo com a operadora do seu celular.

4) Dinheiro

Dinheiro trocado é bom para os gastos iniciais e também para despesas menores. O cartão de crédito vai lhe custar o pagamento de IOF, assim como os cartões de débito “pré-pago”, os quais podem ser adquiridos em diferentes moedas.

5) Documentos de viagem

Antes de seguir para o aeroporto, verifique se está de posse de toda a documentação necessária, como por exemplo passagem, passaporte (ou identidade para voos internos no Brasil), voucher de hotel e etc. Leve também uma cópia dos seus documentos, tais como passaporte, vistos, vacina e passagem aérea, para usar em caso de necessidade. Para os países do Mercosul é facultado ao brasileiro o uso de carteira de identidade. Entretanto, o documento precisa estar em perfeito estado e com menos de dez anos de emissão.

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6) Hotel

O que é mais importante: conforto ou localização? A partir do momento em que você atinge o seu conforto pessoal, a localização passa a ser o mais importante. Sem dúvida, é melhor estar em um hotel mais simples em uma boa localização, do que em um hotel de luxo em um lugar de difícil acesso. Você só irá gastar mais dinheiro em sua locomoção.

7) Identificação e extravio de bagagens

Identifique sempre a sua bagagem com etiquetas com nome, endereço e telefones legíveis. Algumas pessoas usam até mesmo fitas coloridas para facilitar a identificação. Não se esqueça de trancar a sua mala, pois esta é uma boa maneira de ajudar a proteger a sua bagagem. Caso se esqueça, você poderá pedir para a companhia aérea colocar um lacre no balcão do check-in. Em caso de extravio de bagagem, o mesmo deverá ser comunicado imediatamente à empresa ainda na área de desembarque. A companhia aérea vai lhe dar um comprovante de atendimento, que é a sua garantia.

8) Internet

Dependendo do local para onde você for, é possível utilizar a internet sem custo, via Wi-Fi. Hoje em dia a maioria dos lugares, como por exemplo restaurantes, shoppings e hotéis possuem este serviço, e para usá-lo, basta solicitar a senha de acesso.

9) Passaporte

Não deixe para a última hora! Quando for comprar sua viagem, procure providenciar também o passaporte ou, se for o caso, renová-lo. Hoje, para a Europa, a validade mínima do passaporte é de três meses. Para a maioria dos lugares,validade mínima é de seis meses. Além disso, para cruzeiros marítimos, por exemplo, o embarque só é permitido com passaportes válidos até seis meses da data de embarque.

10) Remédios

Os de uso contínuo (é bom levar junto a receita médica), o seu colírio, acessórios para lentes de contato, analgésico, antialérgico, digestivo, repelente (caso o destino recomende), filtro solar, um boné e também protetor labial. Em muitos países, medicamentos que adquirimos no Brasil sem receita não são comercializados sem o pedido médico.

11) Telefone

Um outro erro cometido por viajantes é usar o serviço telefônico do hotel onde está hospedado. As taxas costumam ser abusivas. Então, evite usar o telefone do quarto do seu hotel, principalmente para chamadas para o Brasil. Se precisar fazer uma ligação, prefira um cartão pré-pago, que pode ser adquirido em multinacionais de telecomunicação em todo o mundo, normalmente nos aeroportos. Ou então, utilize aplicativos no seu celular que permitam ligações através da internet, como por exemplo WhatsApp, Skype, Messenger, e muitos outros do tipo.

12) Vacinas

Alguns países exigem o certificado de vacina, como por exemplo a de febre amarela. A mesma pode ser tomada em qualquer posto de saúde. Depois, guarde o certificado de vacinação, pois ele será o seu comprovante para solicitar o Certificado Internacional de Vacinação. Inclusive, a vacina contra febre amarela precisa ser tomada até no máximo dez dias antes da viagem. Sua validade é de dez anos. Para mais informações, acesse o site oficial da ANVISA (link).

13) Vestuário

O ideal são sapatos bem confortáveis, nada de sapato novo, e roupas práticas e leves. No verão, leve sempre um casaco mais leve para não ter surpresas. Nunca se sabe! Por outro lado, no inverno, leve roupas térmicas que são leves e se adequam à temperatura local. Se estiver muito frio, leve também um bom casaco e coloque por cima de outras roupas. Não se esqueça que a maioria dos lugares fechados contam com calefação.

14) Viajando com menores

Se for viajar com menores de idade para o exterior, será necessário apresentar, além do passaporte, a carteira de identidade ou certidão de nascimento do menor, já que os passaportes mais novos não trazem filiação. Menores desacompanhados ou acompanhados de parentes necessitam da autorização do juizado de menores com a assinatura dos pais reconhecida em cartório.

15) Vistos

Dependendo do destino, o visto de entrada pode demorar até um mês para ser emitido. Então, é importante ficar muito atento aos prazos. Entretanto, existem empresas de confiança que realizam este tipo de serviço. Procure se informar com o seu agente de viagens.

Como planejar uma viagem de férias
O melhor momento para começar a planejar uma viagem é agora

Agora que você já está por dentro de nossas dicas sobre como planejar uma viagem de férias, você certamente se sentirá mais relaxado e poderá aproveitar sua viagem da melhor forma possível: do seu jeito. Planeje sua viagem e faça acontecer!

Quais são as suas dicas infalíveis sobre como planejar uma viagem de férias? Acompanhe a Mar-Tha Rio nas redes sociais e deixe seu comentário!

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Viaje por Provence e seus belos campos de lavanda

Os campos de lavanda de Provence, região localizada na parte sudeste da França, parecem ter saído de um livro de conto de fadas. Da mesma forma, milhares de girassóis, vinhedos e oliveiras fazem desta região francesa um verdadeiro oásis, principalmente para aqueles que apreciam belas paisagens e atrações ao ar livre. As paisagens rurais de Provence, repletas de vilarejos (as famosas “villas”) que se estendem ao longo de inúmeras colinas, são encantadoras.

Sem dúvida, quem visita a região de Provence, consegue captar o melhor da essência francesa. O clima é formidável, assim como os aromas, sabores e cores. Não é surpresa que a beleza de Provence tenha inspirado tantos artistas, tais como Cézanne, Van Gogh e Picasso. 

campos rurais e vilarejos de provence
As belas paisagens dos vilarejos de Provence sempre serviram de inspiração para artistas renomados

Provence compreende cinco municípios: Vaucluse, Bouhes-du-Rhone, Var, Alpes-Maritime, e Alps-de-Haute-Provence.

Quando falamos sobre Provence, também vale mencionar as magníficas praias desta região francesa. Se você gosta de esportes e atividades aquáticas, irá adorar as praias de Cannes, St Tropez, Antibes, Nice, Mônaco e Juan-les-Pins. Não é por acaso que Provence é reconhecida como uma das mais inigualáveis e interessantes regiões da França, principalmente durante o verão. Inclusive, o cânion mais profundo da Europa fica em Provence. Chamado de Gorges du Verdon, este fascinante cânion, formado no rio Verdon, possui mais de 700 metros de profundidade. 

vista aérea do Gorges du Verdon
Principalmente durante o verão, muitos turistas alugam caiaques para passear pelo rio Verdon

Uma viagem ao longo desta região da França revela, acima de tudo, uma quantidade incrível de lugares para conhecer. Você poderá visitar, por exemplo, ruínas Romanas majestosas, museus, galerias de arte que exibem trabalhos de pintores famosos, mansões e jardins históricos, castelos medievais, cavernas pré-históricas, reservas florestais, vinícolas e vinhedos ancestrais, e muito mais.

As 10 cidades mais visitadas em Provence são:

Avignon

Arles

Roussillon

Gordes

Nice

Toulon

Marselha

Cannes

• Menton

Aix-en-Provence

pont du gard no coração de provence
Construída por volta do século I a.C., a Pont du Gard é uma construção Romana, localizada na cidade de Nîmes

 

Vai viajar para a Europa (Espaço Schengen)? Seu passaporte precisa ter validade de pelo menos 3 meses a partir da data de retorno da viagem. Saiba mais a respeito das regras sobre a validade dos passaportes brasileiros em nosso blog!

Culinária

As cidades que ficam na região da Provence são muito procuradas por admiradores da boa gastronomia, e a oferta de restaurantes sofisticados por lá é imensa. Sem dúvida, a gastronomia provençal é motivo de muito orgulho para a França, além de ser reconhecida e muito apreciada pela Europa e em todo o mundo. Entretanto, não é necessário ir até um requintado restaurante com estrelas Michelin para experimentar maravilhosas iguarias locais.

azeitonas produzidas em provence
Graças à qualidade das azeitonas de Provence, o azeite provençal se tornou mundialmente famoso pela sua qualidade e seu sabor

Você poderá experimentar, principalmente, deliciosos frutos do mar cozidos de forma rústica, em fogueiras. Um dos pratos mais tradicionais, sem dúvida, é o polvo assado na brasa. Os vinhos produzidos na região também são fantásticos. Inclusive, o vinho é um dos produtos mais importantes de Provence, e vem sendo produzido na região há pelo menos 2.600 anos. Os tradicionais vinhos de Provence são os rosados secos e doces, bem como os tintos mais encorpados.

O doce mais tradicional de Provence é o torrone, que na França é chamado de nougat. Esta delícia é feita da mesma forma há séculos, ou seja, artesanalmente. De acordo com os produtores locais, o mel produzido na região é o principal detalhe que faz com que o nougat de Provence seja tão diferenciado. Inclusive, Provence conta com muitos apiários, e você encontrará mel da melhor qualidade.

Eventos

Provence possui um calendário de eventos bem movimentado ao longo do ano. Eventos como por exemplo exibições de arte, feiras com produtos locais, festivais culturais e eventos musicais atraem milhares de turistas de todas as partes do mundo para Provence. Sem dúvida, o evento que mais atrai os olhares da mídia internacional é o Festival de Cannes (site oficial).

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Os famosos campos de lavanda

Nada simboliza tão bem Provence como os vastos campos de lavanda e os vilarejos desta região francesa. Inclusive, as lavandas de Provence estão entre as melhores do mundo – e certamente entre as mais famosas também.

Os campos perfumados de lavanda são o grande orgulho local, bem como uma das principais razões que levam turistas do mundo todo para conhecer Provence. As melhores áreas para apreciar belíssimos campos de lavanda em Provence são: Valensole, Sault e Luberon.

campos de lavanda
A lavanda é um dos maiores símbolos de Provence

Valensole

O planalto de Valensole é famoso no mundo todo por seus campos de lavanda. Entretanto, o lugar também é repleto de campos dourados de girassóis, charmosos vilarejos no melhor estilo provençal, além de lindos lagos de cor azul turquesa. Todos estes detalhes fazem de Valensole o destino mais procurado por turistas, bem como o mais fotogênico.

Sault

O vilarejo amuralhado de Sault fica encravado em um cume, localizado entre uma densa floresta e um vale agrícola. Sem dúvida, vale muito a pena conhecer a região. Ao passar pela estrada que te leva até esta região, você verá imensos campos de lavanda. Em Sault, a produção de lavanda acontece em grande escala. Alocados de uma forma mais concentrada, se compararmos com os campos de Valensole, os campos de lavanda de Sault são perfeitos principalmente para um passeio de bicicleta ou mesmo a pé.

Luberon

O vale de Luberon é uma área onde belíssimos vilarejos se estendem até o topo das colinas, integrando-se com o cenário pitoresco da região. Essencialmente, é o local perfeito para conhecer a “real” Provence. Os campos de lavanda do vale de Luberon não são tão concentrados como os de Valensole e Sault. Porém, a região ostenta alguns dos campos de lavanda mais icônicos de toda a Provence. É lá que você encontrará a famosa Abadia de Sénanque, localizada nas proximidades de Gordes. A abadia, fundada em 1148, parece flutuar sobre um magnífico campo de lavanda.

Abadia de Sénanque e campos de lavanda
A Abadia de Sénanque é um dos ícones de Provence, e fica próxima ao vilarejo de Gordes

Dica: Ao visitar os campos de lavanda em Provence, lembre-se sempre que os campos são propriedades privadas. Recomenda-se não pisar nos arbustos, bem como não arrancar as flores. 

Como chegar e onde ficar em Provence

Provence é uma região extremamente vasta na França, dividida por áreas desde a pacata Luberon até a badalada Riviera e seus destinos costeiros. Todas estas áreas oferecem ótimas e variadas opções de hospedagem, como por exemplo em hotéis, villas (vilarejos), spas e refúgios em áreas rurais.

Provence é servida por dois grandes aeroportos – o de Nice e o de Marselha. Além disso, há também um aeroporto menor em Avignon, que oferece voos suplementares e sazonais. Há ainda conexões em trens que passam pela maioria das cidades provençais.

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Melhor época para visitar Provence

Durante o verão, que em geral é quente e seco, os vilarejos de Provence ficam repletos de turistas. Deste modo, a combinação de dias ensolarados com um grande volume de pessoas pode acabar se tornando uma situação desconfortável para algumas pessoas. Por outro lado, durante o inverno, o clima fica bem mais ameno. Contudo, as chuvas não são incomuns, e pode ventar bastante nesta época.

Se você viajar para Provence entre maio e junho, poderá aproveitar para ver os campos de lavanda florescendo, bem como os icônicos girassóis que se espalham por todos os lugares. Já se você optar viajar para Provence entre setembro e outubro, irá aproveitar temperaturas agradáveis, bem como um menor volume de pessoas nos vilarejos da região.

Guia rápido sobre os campos de lavanda de Provence:

Junho: a grande maioria dos campos de lavanda estará florescendo a partir da 2ª quinzena de junho. Entretanto, os campos de lavanda localizados em regiões mais altas, em geral, são os últimos a florescer.

Julho (1ª quinzena): o começo do mês de julho é a melhor época para ver toda a região coberta de lavandas. Porém, como é de se esperar, o volume de pessoas na região é bastante intenso.

Julho (2ª quinzena): após o 15º dia do mês, as lavandas começam a ser colhidas. Contudo, algumas áreas de Provence só iniciam a colheita das flores no final do mês.

Agosto: por fim, agosto é o mês que fecha a temporada das lavandas. Porém, com sorte, você ainda encontrará alguns campos floridos ao longo da região.

Veja abaixo os encantadores campos de lavanda de Provence e aprecie toda a beleza deste lugar mágico:

(vídeo: © Dennis Schmelz)

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Europa e suas belas florestas

Por ser um continente extremamente diverso, a Europa possui belas florestas, muitas delas protegidas em parques nacionais. Esqueça as multidões, as praias badaladas e os shoppings. Quem planeja uma viagem pela Europa, ama a natureza e busca relaxar, pode descobrir florestas e parques naturais incríveis. Além disso, países como Croácia, Alemanha, Bélgica e muitos outros ao longo de todo o continente europeu costumam oferecer uma excelente infraestrutura voltada para o ecoturismo.

Vale ressaltar que a vegetação da Europa varia bastante, por conta dos diversos tipos de solos e climas encontrados no continente. Atualmente, cerca de 35% do continente europeu é coberto por florestas.

Em homenagem ao Dia de Proteção às Florestas, que é comemorado anualmente em 17 de julho, listamos neste artigo 5 florestas que estão entre as mais belas da Europa

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1. Plitvice Lakes National Park, Croácia

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Um grande conselho que podemos dar para quem deseja viajar para a Croácia e conhecer o Parque Nacional Plitvice: não esqueça a sua câmera! Este parque ostenta uma beleza quase sobrenatural, principalmente por conta de suas cascatas e quedas d’água, lagos de cor azul turquesa e frondosos abetos e pinheiros espalhados ao longo de todo o parque. Cerca de 3/4 deste parque nacional é coberto por bosques e florestas, que também conta com várias outras espécies de árvores, como por exemplo faias, bordos, carvalhos e amieiros.

Designado como Parque Nacional em 1949, Plitvice está, desde 1979, classificado como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Sem dúvida, é um dos lugares mais bonitos da Croácia. Inclusive, muitos consideram um dos mais bonitos de toda a Europa. Plitvice localiza-se no meio do caminho entre Zadar e a capital do país, Zagreb. O parque é o segundo destino mais visitado na Croácia, ficando atrás apenas de Dubrovnik.

A infraestrutura do parque é excelente, com 18 km de trilhas bem sinalizadas. A caminhada é feita, principalmente, em cima de passarelas de madeira, que facilitam o acesso dos turistas. Existem roteiros para todos os tipos de visitantes, inclusive idosos e crianças. Há também estacionamento, guarda-volumes e restaurantes logo na entrada, além de alguns hotéis nas redondezas.

2. Halles Forest (Hallerbos), Flemish Brabant, Bélgica

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Ao viajar para a Bélgica, não deixe de conhecer a Hallerbos, que parece ter saído de um conto de fadas. Também conhecida como “A Floresta Azul”, a Hallerbos é, de fato, uma floresta encantadora. Localizada no município de Halle, esta floresta é um local super acessível, e fica bem próxima à capital do país, Bruxelas.

Na época da primavera, a região fica totalmente coberta por um tapete de flores de jacinto (bluebells). O fenômeno não é incomum nas belas florestas da Europa. Entretanto, Hallerbos se destaca por conta da densidade e beleza peculiar de suas flores.

Além disso, os visitantes podem caminhar tranquilamente pelos caminhos sinuosos da floresta e encontrar animais adoráveis pelo caminho, como por exemplo coelhos e cervos.

Quando a época de florescimento dos jacintos se aproxima, o site oficial da Floresta Hallerbos posta atualizações diárias sobre o fenômeno. Desta forma, fotógrafos e visitantes saberão o melhor momento para uma visita e presenciar este mágico espetáculo azul.

3. Saxon Switzerland National Park, Alemanha

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Este parque está localizado próximo a Dresden, capital do estado da Saxônia, na Alemanha. Cerca de 40% do parque é completamente coberto por florestas, muitas delas intocadas pelo homem. A paisagem do local é marcada por infinitos vales e quedas d’água, bem como penhascos rochosos e montanhas sublimes. As trilhas do local passam por florestas de cedro, pinheiros e abetos.

Um ponto interessante é que alguns pontos do Saxon Switzerland National Park aparecem no filme “O Grande Hotel Budapeste” (2014). Um destes pontos é a famosa ponte de Bastei, que passa majestosamente sobre o Rio Elba, bem no meio da floresta. A ponte é um dos principais marcos da região, assim como é uma atração turística há mais de duzentos anos.

As incríveis paisagens pitorescas do Saxon Switzerland se estendem até o território do país vizinho, República Tcheca, onde se encontra o parque nacional Bohemian Switzerland.

4. Parque Nacional da Peneda-Gerês, Portugal

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O Parque Nacional da Peneda-Gerês, também chamado popularmente de “Gerês”, é o único parque nacional de Portugal. Inclusive, o parque, que foi criado em 1971, é uma das maiores áreas protegidas do país. O objetivo era proteger o solo, água, flora e fauna da região, bem como preservar esses recursos naturais e valorizá-los.

Localizada ao norte de Portugal (perto da divisa com a Espanha), esta região conta com paisagens deslumbrantes e um vasto território florestal. O parque encontra-se na zona raiana entre Minho, Trás-os-Montes e Galiza, abrangendo, assim, a Serra da Peneda e a Serra do Gerês. Além disso, por estar muito próximo a Braga, o parque é muitas vezes considerado um dos pontos turísticos da cidade.

Sem dúvida, o Parque Nacional da Peneda-Gerês é um verdadeiro paraíso, principalmente para os amantes do ecoturismo. As trilhas são perfeitamente sinalizadas, e passam por longos vales, bosques e belas montanhas. Além disso, ao seguir as trilhas pelas florestas – a pé ou de bicicleta – você poderá observar as ruínas de construções milenares, como por exemplo castelos, mosteiros e santuários, os quais integram-se perfeitamente com a paisagem.

5. Crooked Forest (Floresta Torta), Polônia

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A Crooked Forest, ou Floresta Torta, está localizada próxima ao vilarejo Nowe Czarnowo, perto da fronteira com a Alemanha, na Polônia. Sem dúvida, esta bela floresta não poderia estar fora de nossa lista. As árvores desta floresta, cerca de 400 pinheiros, foram plantadas por volta de 1930, quando a área ainda era um território alemão.

Embora muitas teorias tentem explicar o estranho formato das árvores desta floresta, o real motivo ainda hoje é desconhecido. Em geral, acredita-se que as árvores ficaram desta forma em razão da técnica utilizada para o plantio das mesmas. Uma outra teoria diz que as árvores entortaram por causa dos tanques de guerra, que passavam pelo local durante a Segunda Guerra Mundial, forçando as árvores a crescerem de uma forma nada convencional. A teoria mais assustadora diz ainda que o local é assombrado, e as árvores acabaram ficando tortas por obra de poderes ocultos. Inclusive, se você é uma daquelas pessoas que adoram um local sombrio, uma visita à floresta à noite é super recomendada.

Contudo, qualquer que seja o motivo de sua singularidade, certamente a Crooked Forest se mantém sendo um dos lugares mais estranhos e ao mesmo tempo interessantes na Polônia. Sem dúvida, esta floresta é um local incrível para um belo passeio relaxante em meio à natureza.

 

Dicas para você aproveitar ao máximo sua experiência pelas belas florestas da Europa:

  • Use sempre roupas respiráveis, bem como tênis confortáveis, de preferência com um solado antiderrapante;
  • Não deixe de contar com um casaco, já que o clima costuma ser mais frio em florestas;
  • Nunca se aventure em trilhas desconhecidas e não sinalizadas sem orientação;
  • Não se esqueça de usar protetor solar, principalmente no verão;
  • Certifique-se de levar seu celular, bem como uma lanterna;
  • Se necessário, solicite um mapa da região em postos de atendimento ao turista;
  • Leve comida e água potável em uma mochila;
  • Deixe suas mãos sempre livres e evite carregar coisas em sacolas;
  • O mais importante: nunca jogue lixo no chão! Leve sempre seus resíduos com você, até encontrar a lixeira mais próxima.

 

Ao usar roupas e acessórios adequados, você poderá evitar, por exemplo, possíveis desconfortos durante seu passeio turístico. Seguir um bom planejamento, especialmente neste tipo de programa, pode influenciar bastante sua experiência. E lembre-se: disposição e bom humor são, acima de tudo, peças fundamentais!

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massas tradicionais italianas

Curiosidades sobre a culinária italiana

Existem muitas curiosidades sobre a culinária italiana. A Itália é um mundo culinário à parte, que pulsa com orgulho suas raízes, bem como suas tradições, as quais podem ser percebidas ao longo de todo o território italiano. Ou seja, a grande questão não é como conhecer a culinária italiana, mas sim, o quanto você conseguirá conhecer ao fazer uma viagem gastronômica pela Itália, que vai muito além da sua autêntica pizza.

Sem dúvida, existe muito a ser abordado e isso faria nosso texto extremamente cansativo. Por isso, neste artigo falaremos de uma forma resumida sobre alguns pontos interessantes da tradicional culinária do país da bota.

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Boa comida

Fora as belezas naturais, pontos turísticos históricos, arte e cultura, sem dúvida a gastronomia é um dos atrativos que mais levam pessoas de fora da Itália para este país europeu. Considerada por muitos como a capital mundial da culinária, a Itália é, de fato, uma arca do tesouro para aqueles que amam uma boa comida.

Se a sua visita ocorrer durante o verão ou primavera, por exemplo, você encontrará os melhores vegetais e frutas. Não deixe de experimentar as doces cerejas de Vignola, cidade que fica na região de Emilia-Romagna. Por outro lado, no outono, acontece um verdadeiro festival de cogumelos. Os mais procurados e apreciados são os da espécie porcini (fungo porcino, na Itália), que invadem os mercados locais e são encontrados em vários pratos culinários.

Nas regiões montanhosas do país, é comum encontrar uma maior variedade de queijos e outros pratos que aquecem o corpo, como por exemplo polentas e carnes cozidas no vinho tinto. As cidades mais famosas, as quais estão sempre no roteiro daqueles que partem em uma viagem gastronômica pela Itália são: Florença, Veneza, Nápoles, Roma, MilãoBolonhaGênova, Parma, Palermo e Cagliari.

 

Uma breve história sobre a autêntica pizza italiana

a verdadeira pizza napolitana
O tomate só foi introduzido na cozinha italiana, bem como nas pizzas, a partir do final do século 18

Sem dúvida, quando pensamos em pizzas e massas, o país logo nos vem à cabeça. Somente na Itália existem mais de 30 mil pizzarias, que juntas ostentam uma produção anual equivalente a 45 pizzas para cada italiano.

A pizza, em sua forma mais básica, possui uma longa história pela região do Mediterrâneo. Diversas culturas antigas, incluindo os gregos e os fenícios, já comiam uma espécie de massa plana, feita de farinha e água. A massa era assada em pedra quente e temperada com ervas. Não era bem o que nós chamamos de pizza hoje, já que se assemelhava mais com uma focaccia. Estas “pizzas primitivas” eram apreciadas desde Roma até o Egito, passando até mesmo pela Babilônia.

Durante a Idade Média, estas pizzas começaram a ganhar um toque mais moderno, em termos de aparência e sabor. Os camponeses começaram a usar os ingredientes que tinham em mãos, e cobriam a massa com azeite de oliva e ervas. Com a introdução do leite de búfalo na Itália, a pizza ganhou uma nova dimensão, já que começava a intensa produção do queijo mozzarella na região. Hoje, o uso da mozzarella de búfala na pizza italiana é absolutamente insubstituível.

O interessante nesta história é que o tomate só foi introduzido na cozinha italiana, bem como nas pizzas, a partir do final do século 18. Antes disso, pensava-se que o fruto era venenoso, e o mesmo era cultivado apenas de modo decorativo. A partir do momento que a população do país implementou o uso do tomate como alimento, sem dúvida a cozinha italiana nunca mais foi a mesma.

O começo das Pizzerias

Ao passo que a popularidade das pizzas aumentava, comerciantes que vendiam pizzas nas ruas, principalmente em Nápoles, começaram a abrir estabelecimentos. Nestes locais, as pessoas podiam até mesmo pedir pizzas customizadas, bem como com coberturas variadas. Em 1830, a Antica Pizzeria Port’Alba, em Nápoles, se tornou a primeira “verdadeira pizzaria”. Atualmente, o estabelecimento, que se orgulha de ter sido a primeira pizzaria do mundo, ainda produz pizzas, as quais são consideradas verdadeiras obras de arte.

Curiosidade: a popular pizza Margherita ganhou este nome em homenagem à rainha Margherita da Itália, que em 1889, visitou a Pizzeria Brandi, também em Nápoles.

Pizza Verace Napoletana

Desde 2010, o estilo de pizza napolitana, ou Pizza Verace Napoletana, como é chamada, é uma especialidade tradicional garantida. Seus ingredientes são controlados e regulados por lei, assim como seu formato, a forma de preparo da massa e corte.

A autêntica pizza italiana, a pizza Margherita, pode ter definido o padrão a ser seguido. Porém, existem diversas outras variedades de pizza atualmente na Itália. As principais são:

  • Pizza Marinara: coberta com orégano, anchovas e bastante alho.
  • Pizza Capricciosa: cogumelos, presunto, alcachofras, azeitonas e ovos.
  • Pizza Pugliese: alcaparras e azeitonas.
  • Pizza Veronese: cogumelos e presunto.

Na Sicília, as coberturas das pizzas também são variadas. Em geral, utiliza-se azeitonas verdes, frutos do mar, ovos cozidos e ervilhas.

Não são muitas as nações que podem dizer que seu “prato nacional” seja um fenômeno mundial. Contudo, na Itália, a pizza se diferencia em duas categorias: pizza italiana e o restante do mundo. Isto pode parecer bobagem, considerando que a pizza é um alimento com ingredientes tão básicos. Entretanto, uma vez que você experimenta a autêntica pizza italiana, nunca mais sentirá o mesmo sabor em nenhum outro lugar.

Curiosidade: desde 1985, o Dia da Pizza é comemorado no dia 10 de julho no Brasil. Obviamente, costumamos comemorar esta data comendo, claro, muita pizza!

Massas tradicionais de cada região da Itália

Obviamente, a culinária italiana não se resume apenas às deliciosas pizzas. A identidade culinária da Itália pode ser um tanto difícil de ser definida. O macarrão, sem dúvida, é parte integrante no que se refere à personalidade gastronômica do país. De fato, o macarrão é uma comida extremamente versátil, que costuma ir bem com praticamente tudo – vegetais, almôndegas, frutos do mar – além de combinar com os mais variados tipos de molho.

Linguine, fettuccine, penne, spaghetti, tortellini… as opções são infinitas. De acordo com especialistas no assunto, hoje existem mais de 600 tipos diferentes de macarrão. Entretanto, as discussões sobre qual tipo de macarrão é o melhor costumam ser bastante acaloradas. Esteja na Europa ou na Ásia, você encontrará amantes de macarrão em todos os lugares.

Cada região do país tem sua própria tradição no que se refere a macarrões e massas em geral, como você pode ver no mapa abaixo, criado pelo site tasteatlas.com:

mapa de massas tradicionais por região da Itália

Um fato bastante curioso é que, como podemos ver no mapa acima, existe uma certa peculiaridade com relação ao Fettuccine Alfredo – um talharim cortado fino (chamado de fettuccine em Roma), envolvido com uma quantidade generosa de manteiga e parmesão ralado fresco. Sem dúvida, é um prato muito famoso e um dos mais pedidos nos restaurantes internacionais. Porém, surpreendentemente, o Fettuccine Alfredo não é nem um pouco popular entre os próprios italianos.

Conta a história que, em 1908, um italiano chamado Alfredo Di Lelio criou este delicioso prato para sua esposa. Alguns anos depois, Alfredo o inseriu no cardápio de seu restaurante em Roma, que era frequentado por muitos políticos e personalidades. Além disso, na década de 1950, Roma era palco das maiores produções cinematográficas hollywoodianas. A cidade fervilhava com artistas internacionais e paparazzis por todos os lados. Diversas celebridades, como por exemplo Audrey Hepburn e até mesmo Jimi Hendrix, foram até o restaurante do Alfredo para provar o fantástico fettuccine.

O prato hoje faz parte do patrimônio gastronômico tradicional da Itália. É difícil dizer o motivo pelo qual o Fettuccine Alfredo não tenha se tornado popular entre os italianos. Provavelmente seja porque o mesmo era servido em grande parte para a alta sociedade, além de ter se tornado extremamente turístico. Muitas pessoas planejar uma viagem para a Itália, principalmente para Roma, somente pelo prazer de degustar o Fettuccine Alfredo.

Colocando a mão na massa

aprendendo a fazer massa caseira
Ao viajar para a Itália, agende uma aula culinária e coloque, literalmente, a mão na massa

O povo italiano se acostumou a fazer macarrão com suas avós (ou nonnas, em italiano). Em um passado não tão distante, fazer a massa à mão era um verdadeiro ritual diário.

Contudo, grande parte das pessoas não possui mais tempo suficiente para fazer massa fresca todos os dias. Deste modo, muitos acabam comprando massas prontas, deixando para fazer da forma artesanal eventualmente, em eventos de família e feriados.

Mas, para a nossa sorte, é possível fazer uma viagem para a Itália e aprender tudo sobre a arte de fazer uma boa massa caseira “diretamente na fonte”. Além disso, há outras opções, como por exemplo workshops voltados para a confeitaria. Repleta de ingredientes como pistaches, amêndoas e chocolates, por exemplo, a confeitaria italiana também é conhecida pela simplicidade de seu preparo. Sem dúvida, as aulas se tornam uma experiência prazerosa, bem como divertida – além de deliciosa!

Quer fazer uma viagem gastronômica para a Itália? Anote aí:

– Não deixe de experimentar a pizza de Nápoles.

– Deguste uma macarronada na região de Emilia-Romagna.

– Siga a trilha em direção à Toscana e delicie-se com comidas e vinhos incríveis da região.

– Visite o sul do país e faça uma imersão no lado rústico da gastronomia italiana.

– Experimente os clássicos italianos em Roma.

– Na Sicília, mergulhe em uma mistura de sabores do Mediterrâneo.

– Para se refrescar, peça um delicioso e cremoso gelato.

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Pontes famosas pelo mundo

Existem inúmeras pontes famosas pelo mundo, que nos encantam tanto pela beleza e imponência, quanto pela história por trás delas. Das mais modernas, como a Golden Gate, em São Francisco, às mais antigas, como as de Veneza e Florença, pontes sempre foram vistas como maravilhas icônicas da arquitetura. Embora suas funções sejam claras e simples, muitas delas são consideradas verdadeiros pontos turísticos. E o melhor: são atrações gratuitas!

Grande parte destas estruturas conseguem se destacar em diversos aspectos, que as distinguem dentre milhares de outras pontes em funcionamento por todo o mundo. Estes aspectos podem ser por conta do tamanho, apelo visual, uso de novas técnicas e materiais, bem como por sua importância histórica e cultural.

Neste artigo, montamos uma lista com 10 pontes famosas pelo mundo, além de uma ponte bônus. Certamente você irá querer incluir ao menos uma delas no roteiro da sua próxima viagem. Confira.

1. Brooklyn Bridge: Nova York, Estados Unidos

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Inaugurada em 1883, a Brooklyn Bridge conecta Manhattan ao Brooklyn, cruzando o East River. Na época de sua inauguração, a Brooklyn Bridge foi a ponte suspensa mais longa do mundo, transformando-a em um dos pontos turísticos mais icônicos de Nova York, Estados Unidos. A Brooklyn Bridge se destaca por suas duas torres colossais de calcário, granito e cimento, além de uma uma intrincada rede de cabos e fios de aço. A Manhattan Bridge, que fica bem próxima à Brooklyn Bridge, foi construída alguns anos mais tarde, em 1909. Estando na Manhattan Bridge, você conseguirá ter uma visão espetacular da Brooklyn Bridge.

Ao longo do dia, milhares de turistas cruzam a ponte do Brooklyn a pé, enquanto tiram fotos dos arranha-céus e do horizonte espetacular de Manhattan. De acordo com pesquisas, cerca de 4 mil pedestres passam pela Brooklyn Bridge diariamente. A ponte conta com um amplo acesso a pedestres e ciclistas e, inclusive, se torna imprescindível quando os meios usuais para cruzar o rio ficam indisponíveis.

Um dos roteiros preferidos entre os turistas é cruzar a ponte e fechar o passeio na área do Brooklyn conhecida como DUMBO, abreviação para “Down Under Manhattan Bridge Overpass”. Trata-se de um dos pontos mais fotografados na região – uma área totalmente restaurada que tem atraído muitos visitantes, já que é repleta de ótimos bares, restaurantes e lojas. Além disso, oferece vistas privilegiadas do East River e suas pontes, bem como da cidade de Nova York, especialmente durante o pôr do sol. Neste local, é possível tirar a foto mais tradicional de Nova York, com a Manhattan Bridge como plano de fundo no final de uma rua.

2. Tower Bridge: Londres, Inglaterra

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Inaugurada em 1894 acima do rio Tâmisa, a Tower Bridge se tornou uma das estruturas mais icônicas de Londres, Inglaterra, bem como um dos monumentos mais visitados em toda a Europa. A ponte, que possui 244 metros de comprimento, fica ao lado da também famosa London Bridge.

A Tower Bridge é ornamentada com duas belas torres, que chegam a 65 metros de altura, e são unidas na parte superior através de dois corredores paralelos. O principal fator que motivou a construção da ponte foi aliviar o congestionamento da cidade. Isso porque a London Bridge apenas já não era suficiente para a Londres do século 19, que já naquela época observava um enorme tráfego de automóveis e pedestres.

Entretanto, o projeto gerou uma grande apreensão na cidade, já que a ponte não poderia atrapalhar o fluxo constante de embarcações pelo Rio Tâmisa. Por este motivo, a Tower Bridge conta com duas passarelas móveis em sua parte inferior, que podem permanecer suspensas para que as embarcações maiores possam seguir o fluxo do rio sem nenhum obstáculo.

3. Sydney Harbour Bridge: Sydney, Austrália

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A icônica Sydney Harbour Bridge é, sem dúvida, um dos pontos turísticos mais conhecidos e mais fotografados de Sydney, bem como de toda a Austrália. Trata-se da ponte de arcos em aço mais larga (mas não a mais longa) do mundo. A ponte levou 8 anos para ser construída por completo, sendo inaugurada em 1932. Por conta de seu formato arqueado, a Sydney Harbour Bridge foi apelidada carinhosamente pelos locais como “The Coathanger” (o cabide, em inglês).

Desde sua inauguração até os dias de hoje, a Sydney Harbour Bridge tem conseguido atrair a atenção de milhões de turistas que visitam a cidade. Juntamente com a também icônica Opera House, este monumento se tornou um dos símbolos arquitetônicos mais reconhecíveis de toda a Oceania. Os principais eventos da cidade acontecem na área onde a Harbour Bridge está localizada.

Inclusive, durante as celebrações de Ano Novo, a tradicional queima de fogos na Baía de Sydney costuma reunir milhares de pessoas, com a Harbour Bridge sendo o grande destaque da noite. Isto porque grande parte dos fogos são lançados diretamente da ponte, iluminando o céu australiano com um verdadeiro espetáculo de luzes e cores.

4. Ponte di Rialto: Veneza, Itália

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A Ponte di Rialto é a mais antiga dentre as quatro pontes que cruzam o Grande Canal de Veneza. No entanto, no passado, esta ponte era o único meio de travessia sobre o canal. Sua importância se dá, principalmente, por conectar o centro da cidade e o famoso Mercato di Rialto. O local é conhecido por oferecer uma grande variedade de queijos, peixes e frutos do mar frescos há séculos.

A construção da exuberante ponte de pedra que vemos hoje em Veneza, na Itália, foi concluída no ano de 1591. A ponte anterior, que inclusive era de madeira, havia sido derrubada em 1524. Diversos projetos, vindos de arquitetos renomados na época, foram oferecidos para a construção da nova ponte. Até mesmo Michelangelo ofereceu uma proposta, mas seu projeto com enfoque no estilo clássico foi considerado inadequado para a obra. Por fim, o arquiteto escolhido foi Antonio da Ponte, que apresentou uma proposta não-romanesca bastante controversa.

A engenharia da Ponte di Rialto foi considerada tão audaciosa para a época que alguns arquitetos previram um futuro desmoronamento da ponte. Entretanto, a ponte desafiou seus críticos, tornando-se um dos principais ícones da arquitetura veneziana até os dias atuais.

5. Ponte Carlos: Praga, República Tcheca

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A Charles Bridge, ou Ponte Carlos, é uma famosa ponte de pedra que cruza o rio Vltava na cidade de Praga, República Tcheca. Ao longo de sua alameda, a Ponte Carlos é ornamentada com 16 arcos e 30 estátuas de santos, esculpidas no estilo Barroco. Dentre estas 30 estátuas, sem dúvida a mais famosa é a de São João Nepomuceno, a qual dizem que fornece boa sorte àqueles que a tocam.

A ponte, que é uma das obras mais impressionantes já feitas no estilo Gótico, começou a ser construída em 1357, sob patrocínio do rei Carlos IV. Entretanto, a obra levou cerca de 45 anos, e a inauguração da ponte ocorreu somente no início do século XV.

Nesta época, como era o único meio de cruzar o rio Vltava, a Ponte Carlos era a conexão mais importante entre a Cidade Antiga (Old Town) e a área ao redor do Castelo de Praga. Esta conexão fez Praga se tornar uma rota crucial entre a Europa Oriental e a Ocidental. Hoje, a Ponte Carlos é um dos pontos turísticos mais visitados de Praga. Inclusive, o centro da cidade não seria o mesmo sem a imponente presença deste belíssimo monumento medieval.

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6. Ponte das Correntes: Budapeste, Hungria

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A Ponte das Correntes é um dos principais pontos turísticos de Budapeste, na Hungria. Seu nome oficial é Ponte Széchenyi, uma homenagem ao principal apoiador de sua construção, o Conde István Széchenyi. Antes da ponte existir, a única forma de atravessar o rio Danúbio era de barco. Sua inauguração ocorreu em 1849, após 20 anos de obras.

Considerada uma das maravilhas da engenharia moderna, a Ponte das Correntes tornou-se um símbolo de progresso para a Hungria, ligando duas cidades até então separadas pelo Danúbio: Buda e Peste. Além disso, proporcionou um grande avanço na economia do país, bem como na cultura do povo húngaro. Lamentavelmente, durante a Segunda Guerra Mundial, a Ponte das Correntes quase sofreu uma destruição total, assim como todas as outras pontes da cidade. Entretanto, as torres da Ponte das Correntes não foram potencialmente abaladas, o que permitiu sua total reconstrução em 1949.

De cima da ponte é possível ter uma visão panorâmica da cidade, em especial do prédio do Parlamento, que fica no lado de Peste. Já do outro lado da cidade, em Buda, a construção que se destaca de cima da ponte é o magnífico Castelo de Buda, principalmente à noite, quando fica encantadoramente iluminado.

7. Ponte Vecchio: Florença, Itália

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A vista pitoresca do centro da cidade de Florença, na Itália, é realçada pela presença de uma de suas mais prestigiadas estruturas – a Ponte Vecchio. A ponte cruza o rio Arno e liga o centro da cidade ao distrito de Oltrarno.

Mesmo tendo sido construída há séculos atrás, esta obra-prima da engenharia medieval continua sendo um dos melhores exemplos do que significou a Renascença Européia, especialmente nesta região da Toscana. Sua construção foi concluída em 1345 e, ao longo de todos este anos, a ponte passou por inúmeras reformas.

Na época de sua construção, o governo de Florença alugava 46 lojas ao longo da ponte para comerciantes de produtos variados, com o propósito de recuperar o dinheiro gasto na obra. Contudo, após o ano de 1442, todas as lojas foram vendidas para açougueiros locais, que alteraram significativamente a aparência da ponte. Nos dias de hoje, você ainda encontrará um comércio movimentado ao longo da ponte, repleto de ourivesarias e joalherias, bem como algumas lojas de souvenirs.

8. Golden Gate Bridge: São Francisco, Estados Unidos

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A Ponte Golden Gate, localizada na cidade de São Francisco, Estados Unidos, é uma das maiores referências mundiais do estilo Art Deco, muito popular nos anos 20 e 30. A ponte, construída pelo engenheiro civil Joseph B. Strauss, foi inaugurada em 1937, após sete anos de obras.

A Golden Gate se diferencia das demais em grande parte por conta de um fator pouco comum no mundo das pontes: sua cor. Seu exótico tom alaranjado, por vezes chamado de “laranja internacional”, foi escolhido justamente para se destacar na paisagem, já que frequentemente a região da Baía de São Francisco fica coberta por névoa.

Enquanto alguns podem não se sentir tão inspirados por pontes suspensas com um design mais industrial, como é o caso da Golden Gate, é inegável que a cidade de São Francisco que conhecemos hoje poderia não ser a mesma sem a presença marcante da Ponte Golden Gate. Muitos, inclusive, consideram a Golden Gate a façanha arquitetônica mais icônica não apenas da cidade de São Francisco, mas também de toda a Costa Oeste americana.

9. Ponte de Alcántara: Alcántara, Espanha

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A Ponte de Alcántara, construída entre os anos 104 e 106 d.C., é uma ponte de 6 arcos assimétricos que cruza o rio Tejo. Este belo monumento está localizado no município de Alcántara, na Espanha, bem na divisa com o país vizinho, Portugal. Sem dúvida, esta ponte foi um dos grandes feitos da antiga engenharia romana. Construída a mando do Imperador Trajano e executada pelo arquiteto Caio Julio Lacer, a Ponte de Alcántara ligava o então assentamento romano de Cáceres com a histórica província portuguesa de Beira Alta.

Ao longo de sua extensa e rica história, a ponte sofreu muitos danos, em diferentes ocasiões. Por exemplo, em 1214, os Mouros destruíram um de seus arcos menores. Novamente, em 1760, um outro arco foi demolido pelos próprios espanhóis, com o intuito de evitar uma eminente invasão por parte dos portugueses.

Contudo, diante de todos estes acontecimentos, podemos observar que inúmeros esforços foram necessários para que a antiga Ponte de Alcántara conseguisse resistir ao teste do tempo. Mesmo com quase 2 mil anos desde sua construção, a ponte ainda hoje é transitável e continua sendo o grande destaque do local onde se encontra.

10. Pont des Arts: Paris, França

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A Pont des Arts, também conhecida como Ponte dos Cadeados, atravessa o rio Sena e está localizada em Paris, na França. A obra, que foi concluída durante o regime de Napoleão Bonaparte no ano de 1804, liga o Institut de France ao Pátio Central do Museu do Louvre (anteriormente chamado de “Palais des Arts”). A ponte passou por diversas modificações no decorrer de sua história. A ideia inicial de Bonaparte era que criassem uma ponte que se assemelhasse a um jardim suspenso, que fosse adornada com flores e repleta de bancos. Desta forma, os pedestres poderiam se sentar e apreciar a paisagem ao redor.

Por volta do ano de 2008, iniciou-se uma tradição de pendurar cadeados nas laterais da ponte, como uma forma de simbolizar o amor eterno entre casais. Por conta disso, ao longo dos anos, o peso extra destes objetos causou um verdadeiro transtorno para a cidade, já que foi detectado que a estrutura da ponte estava começando a ficar comprometida. Então, em 2015, os cadeados começaram a ser removidos, e a Pont des Arts precisou ficar interditada por um tempo.

No ano de 2017, foi realizado um leilão com os cadeados recolhidos na Pont des Arts. O dinheiro arrecadado foi destinado à ONGs, as quais mantém serviços humanitários com os refugiados que são acolhidos no país.

Hoje em dia não é mais permitido prender cadeados nas laterais da ponte, mas este detalhe não impediu que casais apaixonados continuassem a visitar este icônico ponto turístico. Isto porque, de cima da ponte, é possível apreciar uma vista incrivelmente privilegiada desta romântica cidade, bem como de seus belíssimos monumentos.

11. (Bônus) Bow Bridge: Nova York (Central Park), Estados Unidos

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A Bow Bridge é uma ponte de ferro fundido, localizada no Central Park, em Nova York, Estados Unidos. A passarela da ponte é feita de madeira de Ipê sul-americano, que muda sua coloração para um vermelho profundo quando está molhada. Além disso, a Bow Bridge é a maior de todas as pontes do Central Park, medindo 26,51 metros de comprimento.

Esta bela ponte é usada como passarela para pedestres cruzarem o charmoso lago que percorre o Central Park, chamado “The Lake”. As cores do bosque que cerca a Bow Bridge (chamado de “The Ramble”) mudam constantemente sua coloração, dependendo da estação do ano. Durante a primavera, por exemplo, os tons rosados predominam, especialmente por conta das cerejeiras que se encontram próximas à ponte. Por outro lado, no verão, a paisagem ganha um destaque extra, já que diversas gôndolas se deslocam gentilmente sobre o lago, levando os visitantes do Central Park em um agradável e convidativo passeio.

Desde sua construção, em 1862, a Bow Bridge consegue exprimir de forma precisa a distinta aura romântica de Nova York. Além disso, é extremamente apreciada, tanto pelos nova-iorquinos, quanto por turistas, casais, noivos e noivas, cinéfilos e, principalmente fotógrafos. Considerada a jóia da coroa do Central Park e projetada pelos arquitetos Calvert Vaux e Jacob Wrey Mould, a Bow Bridge foi já foi cenário de vários filmes ambientados na Big Apple, como por exemplo Nosso Amor de Ontem (The Way We Were), de 1973, e Tenha Fé (Keeping The Faith), de 2000.

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cores vibrantes e uma enorme variedade de flores

Os campos de tulipas do Parque Keukenhof

Conheça o Parque Keukenhof e seus encantadores campos de tulipas, na Holanda

Muitos turistas sonham conhecer o famoso Parque Keukenhof, na Holanda. E é fácil entender o motivo, já que a Holanda é conhecida como o “país das tulipas”. Mais de 7 milhões de bulbos de flores são plantados neste local todos os anos. O Keukenhof, também conhecido como o “jardim da Europa”, é o maior parque de flores do mundo. Ao visitar o local, você se sentirá mergulhado em um deslumbrante e fotogênico mar de flores. Os coloridos caminhos que se formam ao longo de todo o parque são um verdadeiro paraíso para pessoas que gostam de passar horas relaxando em um ambiente agradável e tranquilo. Se você quer saber como e quando visitar o Parque Keukenhof, continue lendo este artigo!

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A história do parque

Em 1949, o então prefeito de Lisse teve a ideia de criar um jardim de flores. O objetivo era ter um local onde os floricultores de todo o país, bem como de outros locais da Europa, pudessem exibir seus produtos. Hoje, as tulipas holandesas são prestigiadas no mundo inteiro, assim como são um grande símbolo para o país. A Holanda, inclusive, é o país que mais exporta flores.

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Uma nova temática a cada ano

O parque apresenta um tema diferente a cada ano, ou seja, os campos de flores nunca são os mesmos. Por exemplo, como 2019 foi o ano que o parque completou sua 70ª edição, o tema escolhido foi “Flower Power” e a vibe hippie do início dos anos 70.

Contudo, o mais interessante é que o parque não exibe somente as icônicas tulipas holandesas. Os diversos jardins e pavilhões, espalhados ao longo do parque, também exibem uma coleção fantástica de várias outras espécies de flores. Por exemplo, você poderá passear por jardins repletos de jacintos, narcisos, orquídeas, rosas, cravos, íris, lírios e muitas outras flores. Uma experiência única, sem dúvida, onde você será envolvido por um espetáculo de cores e perfumes.

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Acessibilidade

O Keukenhof é totalmente acessível para visitantes usuários de cadeira de rodas. Inclusive, o parque disponibiliza várias cadeiras de rodas na entrada, de forma gratuita. Contudo, visitantes que desejarem utilizar cadeiras elétricas pelos campos de flores deverão pagar uma pequena taxa de manutenção do aparelho.

Crianças também são bem vindas, já que o parque conta com uma área de playground, bem como um zoológico, onde poderão até mesmo alimentar os animais.

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Quando visitar o Parque Keukenhof?

O Keukenhof fica aberto para visitação somente entre os meses de março e maio, já que as flores desabrocham durante a primavera na Europa. O horário de funcionamento é das 8:00h às 19:30h. Então, se você deseja incluir este roteiro na sua viagem para a Holanda na primavera, o ideal é se programar de acordo com o período de abertura do parque.

Embora só fique aberto por aproximadamente 8 semanas, o parque atrai mais de um milhão de visitantes todos os anos. Cerca de 75% destes visitantes são estrangeiros, vindos de mais de 100 países diferentes.

Como visitar o Parque Keukenhof?

O parque Keukenhof está localizado em uma área rural, entre as cidades de Hillegom e Lisse, ao sul de Haarlem e a apenas 40 minutos de Amsterdam. Além disso, se você for um ciclista experiente, é possível fazer o trajeto Amsterdam-Lisse em menos de 2 horas. Geralmente, os ingressos começam a ser vendidos no site oficial do parque no mês de dezembro. Não deixe de conhecer este destino imperdível!

Confira abaixo mais algumas fotos do Parque Keukenhof e suas belas flores:

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Regras sobre a validade dos passaportes brasileiros

Regras sobre a validade dos passaportes brasileiros

Você conhece as regras e regulamentações sobre o prazo mínimo de validade dos passaportes brasileiros? Ao planejar uma viagem para o exterior, estar atento aos detalhes pode fazer toda a diferença. É importante que você confira o prazo de validade do seu passaporte antes de efetuar a reserva de sua viagem. Além disso, você também deverá verificar se o destino escolhido exige visto ou não.

Alguns países exigem que o passaporte tenha no mínimo 06 meses de validade. Por outro lado, alguns países exigem 03 meses a partir do ingresso em seu território. Há ainda países que aceitam o passaporte brasileiro até o último dia de sua validade e outros que exigem apenas RG.

Prazos mínimos de validade do passaporte para quem deseja fazer uma viagem internacional

Estados Unidos: Se você pretende viajar para os Estados Unidos, seu passaporte precisa estar válido até a data de retorno da viagem, sem prazo extra.

Europa (Espaço Schengen): No caso dos países que fazem parte do Espaço Schengen, o passaporte precisa ter validade de pelo menos 3 meses a partir da data de retorno da viagem. O Espaço Schengen é uma área criada por convenção entre países europeus na qual não há controles fronteiriços ou alfandegários. Nesse espaço, cidadãos brasileiros podem ingressar sem necessidade de visto. Caso desejem circular entre os países do Acordo de Schengen, não precisarão apresentar seus passaportes nas fronteiras. Os países são:

México e Reino Unido: Para o México e os países do Reino Unido (Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales), o passaporte precisa ter validade de pelo menos 6 meses a partir da data de retorno da viagem.

América do Sul: Se a sua próxima viagem for para algum dos países que fazem parte do Mercosul, não haverá a necessidade de apresentar um passaporte. Contudo, você precisará ter em mãos sua carteira de identidade (também conhecida como RG), que deverá ter data de emissão inferior a dez anos. Neste outro artigo, inclusive, citamos algumas viagens internacionais que não exigem emissão de passaporte.

Os países que fazem parte do Mercosul, além do Brasil, são:

Menores de idade

É importante que você saiba também que todo viajante menor de idade deverá possuir um passaporte próprio ao viajar para países que exigem este documento. A validade do passaporte do menor de idade será proporcional à sua idade, conforme mostrado abaixo:

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Leia mais: Como tirar o visto para os Estados Unidos?

Leia mais: Brasileiros precisarão de autorização de viagem para entrar na Europa a partir de 2021

Passaporte vencido

Você não precisa esperar terminar o vencimento do seu passaporte atual para solicitar outro. Entretanto, é importante ressaltar que os passaportes não são renovados. Ou seja, a cada nova solicitação, um novo passaporte deverá ser emitido, inclusive com nova numeração.

No Brasil, os passaportes são emitidos pela Polícia Federal. É importante lembrar ainda que a Polícia Federal trata apenas de assuntos relativos ao passaporte comum brasileiro. Para emissão ou renovação do visto, dirija-se à embaixada ou consulado do país que deseja viajar.

Você precisará passar pelo processo inicial novamente e apresentar todos os seus documentos originais. Logo, os carimbos e vistos do seu passaporte atual não irão passar para o novo passaporte. Por isso, se desejar fazer uso de algum visto que ainda se encontre válido (como no caso de você ter um visto válido para os Estados Unidos, por exemplo), será preciso carregar tanto o passaporte novo como também o antigo na sua viagem.

Nota: Caso seu destino não tenha sido mencionado acima, considere sempre o maior prazo (6 meses a partir da data de retorno da viagem).

*qualquer informação pode sofrer alteração sem aviso prévio, por isso o ideal é sempre checar com o seu agente de viagem qual a regra vigente no momento da viagem.

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7 lugares incríveis que inspiraram o mundo de Game of Thrones

A famosa série televisiva distribuída pela HBO, Game of Thrones, conquistou admiradores no mundo todo. Diversas cidades da Irlanda do Norte, Espanha, Croácia e Marrocos, por exemplo, aparecem na série, com cenários de tirar o fôlego.

A série encerra neste ano de 2019 um ciclo de oito anos com sua oitava e última temporada. Deste modo, vários destinos se tornaram verdadeiras rotas de peregrinação para seus fiéis admiradores. Mais de 30 cidades que existem no mundo real inspiraram o mundo de fantasia dos livros escritos por George R. R. Martin. Entretanto, muitos destes locais já contavam com certa popularidade.

Neste artigo, você irá se encantar com a beleza de 7 destes locais. Aproveite e comece desde já a planejar sua próxima viagem. E lembre-se: na Mar-Tha Rio você encontra várias opções de pacotes de viagens e excursões, muitas em até 10x sem juros.

Leia mais: Por que viajar conosco? Conheça os 7 diferenciais da Mar-Tha Rio!

Sevilha, Espanha

A Espanha oferece aos seus visitantes um grande número de museus, monumentos históricos, castelos, igrejas, excelentes restaurantes, bem como diversas opções de lazer ao ar livre. Devido à sua localização, o território foi sujeito a muitas influências externas, desde os tempos pré-históricos. Por outro lado, o próprio país foi uma importante fonte de influência para outras regiões.

Real Alcázar de Sevilha, Espanha
Real Alcázar de Sevilha, Espanha

Em Sevilha, quarta maior cidade da Espanha, localiza-se um dos conjuntos monumentais mais representativos da cidade: o Real Alcázar de Sevilha. O local, que fica bem próximo à Catedral de Sevilha, foi um dos cenários da 5ª temporada de Game of Thrones. Os Jardins de Água serviram de base para a Casa Martell.

O complexo palaciano possui ambientes variados, bem como áreas repletas de extensos pátios com jardins e fontes. É possível observar uma perfeita harmonia entre diferentes influências arquitetônicas, como a islâmica e a cristã, por exemplo. Até os dias de hoje, o Real Alcázar de Sevilha é a residência dos membros da Família Real da Espanha, quando estes visitam a cidade. Esta atração turística é, sem dúvida, uma parada obrigatória em Sevilha.

Dubrovnik, Croácia

Dubrovnik, famosa cidade costeira da Croácia conhecida como a “Pérola do Adriático”, é um dos destinos turísticos mais concorridos desta região. Inclusive, o turismo é uma grande fonte de receitas e o maior motor econômico da Croácia, já que é um dos locais favoritos para as férias de verão dos europeus. De fato, algumas das praias consideradas como as mais belas da Europa encontram-se no país, caracterizadas pela intensa cor azul-turquesa de suas águas.

Dubrovnik, Croácia
Dubrovnik, Croácia

A cidade de Dubrovnik é rodeada por muralhas e fortificações em seu centro histórico, conhecido como “Old Town”. Por ser uma das cidades medievais mais bem preservadas do mundo, a “Old Town” de Dubrovnik não permite que haja tráfego de carros e bicicletas em suas ruas de pedra. Desse modo, os visitantes conseguem se atentar mais aos detalhes, já que o tour precisa ser feito a pé.

Embora a cidade tenha muito a oferecer em termos de história, parte de seu charme se deve ao fato de que Dubrovnik é uma cidade vibrante e repleta de atrações, muitas inspiradas em Game of Thrones. Além de visitar igrejas, palácios e museus, os turistas também podem aproveitar muitos mercados, bazares, cafés e restaurantes. No verão europeu, por exemplo, acontece o badalado Festival de Verão de Dubrovnik.

Sem dúvida, Dubrovnik foi de grande importância para o desenrolar da trama de Game of Thrones, uma vez que grande parte das cenas de King’s Landing (ou Porto Real, em português) foram filmadas por lá. De acordo com o Instituto de Economia da Croácia, entre os anos de 2012 e 2015, o turismo na cidade teve um aumento de 15% a 20% acima do normal, em razão do programa da HBO. Existem tours pela cidade que atendem especialmente aqueles que desejam conhecer os pontos de interesse referenciados em Game of Thrones.

Essaouira e Ouarzazate, Marrocos

As cidades de Essaouira e Ouarzazate, localizadas no Marrocos, também foram destaque em Game of Thrones. Geograficamente, o Marrocos é caracterizado por um interior montanhoso, grandes extensões de deserto e um longo litoral ao longo do Oceano Atlântico e do Mar Mediterrâneo.

Essaouira, Marrocos
Essaouira, Marrocos

A cidade de Essaouira, que inspirou o cenário perfeito para a cidade fictícia de Astapor, possui uma atmosfera bem medieval até os dias de hoje, e é cercada de muralhas rodeadas por canteiros de flores, bem como pelo Oceano Atlântico. Foi neste local que, na 3ª temporada da série, Daenerys Targaryen libertou a população escravizada da Baía dos Escravos. As cenas da conquista de seu exército de guerreiros-eunucos, chamados de Imaculados (ou Unsullied, em inglês) também ocorreu neste local. Na vida real, esta cidade vibrante possui uma longa história de colonização. Os portugueses foram responsáveis pela construção das muralhas de pedra que cercam a região da antiga Medina da cidade. Inclusive, seu centro histórico foi classificado pela UNESCO como Patrimônio Mundial em 2009.

Ouarzazate, Marrocos
Ouarzazate, Marrocos

Considerada por muitos como a “Hollywood do Marrocos”, Ouarzazate já serviu como cenário para diversos filmes, como por exemplo “Gladiador” (2000), “Cruzada” (2005), “A Múmia” (1999) e “Alexandre” (2004). Porém, nos últimos anos, Game of Thrones vem reaquecendo o turismo na cidade. Ouarzazate está presente na série como Pentos, uma cidade portuária controlada por comerciantes de especiarias. No mundo real, Ouarzazate costuma ser o ponto de partida para tours pelo deserto do Sahara. Por este motivo, a cidade também é chamada de “porta para o deserto”. Os visitantes podem contar, principalmente, com uma excelente infraestrutura em termos de hospedagem, bem como uma gastronomia sem igual.

Irlanda do Norte

A espetacular Irlanda do Norte é muito conhecida por ser repleta de cenários naturalmente exóticos e de tirar o fôlego. O passado desta região é bem antigo, tendo mais de 2 mil anos de história. De ruínas antigas cercadas por histórias de fantasmas a belíssimas fortalezas, a Irlanda do Norte possui uma infinidade de castelos realmente impressionantes. O país serviu como cenário para muitas cenas externas de Game of Thrones.

Dark Hedges, Irlanda do Norte
Dark Hedges, Irlanda do Norte

Dark Hedges, por exemplo, marcou presença nas telas durante a 2ª temporada da série. Na cena, a personagem Arya Stark segue pela Estrada do Rei (King’s Road) para se juntar à Patrulha da Noite. Trata-se de uma belíssima avenida, coberta por árvores frondosas. O local existe desde o século XVIII, e é famoso por ser um dos pontos turísticos mais fotografados do país.

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Downhill Beach, Irlanda do Norte

Um outro local que vale destaque é Downhill Beach, uma bela praia de areia dourada e extensos campos gramados. O local é muito conhecido principalmente por abrigar o Mussenden Temple, construído em 1785 no topo de um penhasco, com vista para a majestosa costa da Irlanda do Norte. Na série, Downhill Beach foi o cenário escolhido para representar a ilha de Dragonstone.

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Montanhas Mourne, Irlanda do Norte

Ainda na Irlanda do Norte, o Condado de Down (County Down) se faz presente na 1ª temporada de Game of Thrones. As Montanhas Mourne e a planície do local foram usadas como cenário, representando o Mar de Grama (Sea of Grass). Na série, é a região onde o povo conhecido como Dothraki luta entre si e com habitantes das terras vizinhas.

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Floresta de Tollymore, Irlanda do Norte

A Floresta de Tollymore, aos pés das Montanhas Mourne, representou o local onde os Starks encontram filhotes de lobo gigante.

Novidades para 2020

A HBO divulgou que transformará um dos estúdios em Banbridge, a cerca de 40 quilômetros de Belfast, em atração turística. Entretanto, a previsão é que as instalações estejam prontas para receber visitantes no primeiro semestre de 2020. Esta nova atração exibirá cenários completos e itens, como por exemplo vestimentas, armas e adereços usados pelo elenco. Além disso, outros sets de filmagem montados em outros países, serão reconstruídos no local, para deleite do público.

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Brasileiros precisarão de autorização de viagem para entrar na Europa a partir de 2021

Autorização prévia à viagem será exigida a turistas de cerca de 60 nacionalidades que não precisam de visto. Sistema foi aprovado nesta quinta-feira (5) pelo Parlamento Europeu.

Parlamento Europeu aprovou nesta quinta-feira (5) um novo sistema de autorização de viagens para turistas de países que não precisam de visto para entrar nos países da União Europeia (UE), entre eles o Brasil. A autorização prévia à viagem passará a ser exigida a partir de 2021.

O sistema, conhecido como Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem (ETIAS, na sigla original em inglês), foi aprovado por 494 votos a favor, 115 contra e 30 abstenções. Agora a lei precisa ser adotada formalmente pelo Conselho de Ministros, que já tinha entrado em um acordo sobre ela. Depois, será publicada no Diário Oficial.

O países que aplicarão o ETIAS são os do Tratado de Schengen, que inclui 22 nações do bloco europeu, e mais quatro países da UE: Romênia, Bulgária, Croácia e Chipre (veja o mapa abaixo). O Reino Unido não exigirá a autorização, já que está entre os que não fazem parte do Tratado de Schengen.

Antes de viajar à Europa, os turistas terão de preencher um formulário eletrônico com dados pessoais, informações do documento de viagem e o país em que entrará. Além dos brasileiros, turistas de outras 60 nacionalidades serão afetados, como canadenses, americanos, australianos e latino-americanos.

A autorização será válida por três anos e vai custar 7 euros (cerca de R$ 32), a não ser para viajantes menores de 18 anos ou maiores de 70 anos, para quem será gratuita.

Mas a decisão final para entrar na União Europeia continua com a segurança de fronteira de cada país.

Por que uma autorização prévia?

O objetivo é comparar as informações proporcionadas por cada cidadão com as de distintas bases de dados europeus para identificar, antes de sua saída, as pessoas que apresentem “um risco de migração irregular ou de segurança”.

Com esse sistema automatizado, inspirado no formulário ESTA, um dispositivo em vigor nos Estados Unidos, a UE pretende proteger melhor suas fronteiras exteriores, detectando antes de sua saída para a Europa alguns indivíduos potencialmente perigosos.

O que acontece se for detectado um risco?

Os pedidos serão processados automaticamente e é esperado que o sistema ETIAS aprove a grande maioria das autorizações quase imediatamente.

Mas se o cruzamento de dados detectar alguma informação relevante para o risco de segurança, o pedido será processado manualmente. A decisão de aprovar ou não a autorização deverá ser feita em até 4 semanas. As recusas devem ser justificadas e o solicitante tem o direito de recorrer.

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Fonte: G1

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